Carlos Lima
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Agronegócio
Carlos Lima | Publicado em 12/06/2017 às 11:49:47

Agro deve ter peso menor no PIB nos próximos meses, avalia Bradesco

Agro deve ter peso menor no PIB nos próximos meses, avalia Bradesco Agro deve ter peso menor no PIB nos próximos meses, avalia Bradesco Publicado em 12/06/2017 07:38 e atualizado em 12/06/2017 08:29 6 106 exibições Se o agronegócio foi o principal responsável por garantir o crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano, o mesmo não deve ser esperado para os períodos seguintes. O setor deve ter menos peso nas contas nacionais afirmou, nesta quinta-feira (9/6), a economista Fabiana D’Atri, do banco Bradesco. No intervalo de janeiro a março deste ano, a economia brasileira apresentou crescimento de 1% em relação ao último trimestre de 2016, depois de oito retrações seguidas. Na mesma comparação, o Produto Interno Bruto (PIB) da Agropecuária brasileira cresceu 13,4%. “A agropecuária teve a maior safra de grãos da história e acabou impulsionando o PIB de maneira extraordinária. A cadeia vai continuar agregando valor à economia, mas, para efeito de PIB, o resultado ficou concentrado no primeiro trimestre”, disse a economista, durante o Coffee Summit, promovido pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), em São Paulo (SP). Na avaliação do banco, a economia brasileira deve terminar o ano estável. Já no segundo trimestre, sem o efeito da produção agropecuária, o país deve registrar uma retração de 0,4%. No terceiro, deve ficar estável e ter uma recuperação de 0,5% nos últimos três meses do ano. Para 2018, o cenário é mais positivo, com uma expectativa de crescimento de 2% na economia nacional. A economista do Bradesco destacou ainda que o forte aumento da produção agrícola é um dos fatores que vem ajudando a desacelerar os índices de inflação

Se o agronegócio foi o principal responsável por garantir o crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano, o mesmo não deve ser esperado para os períodos seguintes. O setor deve ter menos peso nas contas nacionais afirmou, nesta quinta-feira (9/6), a economista Fabiana D’Atri, do banco Bradesco.

No intervalo de janeiro a março deste ano, a economia brasileira apresentou crescimento de 1% em relação ao último trimestre de 2016, depois de oito retrações seguidas. Na mesma comparação, o Produto Interno Bruto (PIB) da Agropecuária brasileira cresceu 13,4%.

“A agropecuária teve a maior safra de grãos da história e acabou impulsionando o PIB de maneira extraordinária. A cadeia vai continuar agregando valor à economia, mas, para efeito de PIB, o resultado ficou concentrado no primeiro trimestre”, disse a economista, durante o Coffee Summit, promovido pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), em São Paulo (SP).

Na avaliação do banco, a economia brasileira deve terminar o ano estável. Já no segundo trimestre, sem o efeito da produção agropecuária, o país deve registrar uma retração de 0,4%. No terceiro, deve ficar estável e ter uma recuperação de 0,5% nos últimos três meses do ano. Para 2018, o cenário é mais positivo, com uma expectativa de crescimento de 2% na economia nacional.

A economista do Bradesco destacou ainda que o forte aumento da produção agrícola é um dos fatores que vem ajudando a desacelerar os índices de inflação, acomodando os preços de alimentos.

Revista Globo Rural

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