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Carlos Lima
carloslima@jornaldapovo.com.br
Carlos Antonio de Lima, brasileiro, natural de Caruaru, Estado de Pernambuco, nasceu no dia 22 de dezembro de 1951. Jornalista e radialista. Atualmente Tesoureiro da Academia Feirense de Letras, Diácono da Igreja Católica Apostolica Independente de Feira de Santana, âncora do programa jornalístico Jornal da Povo, da Rádio Povo, emissora que pertence ao Sistema Pazzi de Comunicação e chefe de Redação e Divulgação da Secretaria Municipal de Comunicação Social. Carlos Lima, como é conhecido.


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Jornal da Povo entrevista Zé Coió


Publicado em: 15/11/2010 - 20:11:41

Zé Coió e sua querida filha Carla


Aos 73 anos de idade, o publicitário e jornalista José Carlos Machado Pedreira, mais conhecido como Zé Coió em toda cidade de Feira de Santana e região fala para a equipe do Jornal da Povo sobre política, negócios e suas expectativas para o futuro de Feira de Santana.

 

O que ele mesmo considera “um acaso do destino” é símbolo de sucesso na cidade, pois o Jornal Noite e Dia, que acaba de completar 30 anos de vida representa uma influência para a vida dos feirenses.

 

Dono de uma simpatia singular, Zé Coió não admite ser chamado de senhor, pois tem a alma de um jovem.

Jornal da Povo – Há quanto tempo existe o jornal Noite e Dia?

Zé Coió – 30 anos fez agora em setembro. Começou no (Jornal) Feira Hoje. Depois que o Feira Hoje fechou eu passei uma temporada fora da Bahia e depois construí esse jornal que você está agora.

JP – De onde surgiu a figura “Zé Coió”?

ZC – Sinceramente eu não sei. Sei que quando eu era menino, ainda garoto na minha terra, em São Gonçalo dos Campos, alguém num baba, numa partida de futebol me chamou de Zé Coió e que nome foi esse que ficou até hoje.

JP – De onde surgiu a ideia de montar o Jornal Noite e Dia?

ZC – O Jornal Noite e Dia é uma sequência de vida. Comecei no departamento de vendas do Jornal Feira Hoje. Depois fui convidado a fazer uma coluna no mesmo jornal, que virou uma página, duas páginas, um caderno do Zé Coió Noite e Dia e ficou esse aí que está completando 30 anos de vida.

JP – O senhor se considera um homem empreendedor?

ZC – Empreendedor nem tanto... eu fui um acaso do destino. Comecei minha vida com bares, restaurantes e boates. Tive uma série de casas noturnas em Feira de Santana em número de 30. Ainda tenho uma hoje, que é o The King e depois por um acaso Cironaldo disse a Roque Tavares que era o editor do Feira Hoje disse que eu sabia tudo de Feira de Santana, que conhecia a cidade como ninguém e Roque Tavares batizou o Feira Noite e Dia que ficou até hoje.

JP – Conversando com uma pessoa muito amiga, muito próxima, ela falou que o senhor declarou dois votos nessas últimas eleições: o de José Ronaldo e o de Zé Neto. O senhor pode falar alguma coisa a respeito?

ZC – Não, errou por um! Eu dei três votos: um voto para José Ronaldo, um para Zé Neto e o outro para Fernando Torres, que é meu amigo pessoal.

JP – Como foi o seu voto no segundo turno...

ZC – Alias não tenho mais idade para votar porque já estou com 73 anos e com essa idade já não sou obrigado por lei. Mas votei numa pessoa que acredito tenha o pensamento correto, especialmente no setor segurança.

Nós estamos vivendo um momento crítico nesse país. Ninguém tem mais sossego pra nada, tudo é uma violência, a vida se banalizou de uma maneira louca. Mata-se brincando. Por isso eu gostaria de ver um pulso forte comandando o país. Dizem que Dilma tem esse pulso forte, vamos aguardar para comprovar.

JP – O senhor acha que seria preciso chegar a tanto para que acontecesse a redução da violência no Brasil?

ZC – Não sei se deveria chegar a tanto, mas eu acho que o Brasil está precisando de um regime de força. Não a força de tirar a liberdade das pessoas, tirar a liberdade da imprensa, mas uma força que tirasse um pouco dessa violência que estamos vivendo. Fico impressionado como as coisas acontecem. Todo final de semana em Feira morrem sete, oito (pessoas). Você vê aí em São Paulo, no Rio de Janeiro...

A catástrofe que é no Rio de Janeiro, uma loucura total de desrespeito à vida. Por isso eu estou muito desencantado com essa violência que está aí.

JP – Você que já acompanhou diversas fases em Feira de Santana, como enxerga a cidade hoje e as perspectivas para o futuro da cidade?

ZC – Feira de Santana é hoje uma metrópole, quando eu cheguei aqui só existiam três ruas. Isso foi em 1942, já se vão 69 anos que estou aqui morando nesta cidade.

Cheguei para estudar no Colégio Santanópolis. E cheguei, encontrei a (Avenida) Senhor dos Passos, a rua direita (Conselheiro Franco) e a Marechal Deodoro. Era o que existia em Feira, o resto tudo era mato.

A Avenida Getúlio Vargas não existia. Feira foi um boom, o primeiro boom imobiliário, pois uma cidade com um entroncamento espetacular.

Aqui, passam-se todas as pessoas que vão para o Norte e para o Sul e Feira se transformou nessa cidade, ótima de se viver. Eu considero Feira uma das cidades mais gostosas de viver, tirando logicamente, essa violência que nós vivemos, dessa falta de respeito com o ser humano, que é uma coisa impressionante, mas não é um caso específico de Feira.

O Brasil está assim. O mundo está violento e, por isso, fico um pouco desencantado com essa violência. Feira teve prefeitos espetaculares, no entanto foi José Ronaldo que mudou a cara dessa cidade.

Hoje temos Tarcízio que está fazendo um bom governo. Estamos caminhando para ser uma grande metrópole do sertão brasileiro.

JP – E o Troféu Imprensa? De onde surgiu, como surgiu e como você coloca essa modalidade em Feira de Santana?

ZC – O Troféu Imprensa herdei do Feira Hoje, era do Dr. Modezil Cerqueira no tempo do Feira Hoje ele era o dono da RBC e criou o Troféu Imprensa e eu não quis deixar morrer porque eu acho que esse é um momento espetacular para você mostrar à cidade, as pessoas que fazem Feira de Santana, essa maravilha de cidade. Quem trabalha, quem luta, as grandes empresas, as grandes personalidades. Já tenho 13 anos fazendo no Feira Noite e Dia o Troféu Imprensa.

É uma festa espetacular, muito querida. Nela são apresentados uma série de artistas, uma série de apresentações para poder quebrar um pouco o clima de entrega de troféu, onde acontece a entrega do troféu. Este ano, a entrega será no dia quatro de dezembro. Na quarta-feira, nós escolhemos os melhores do ano com 60 profissionais da imprensa que estavam presentes aqui na sede do Noite e Dia. 

Fizemos um coquetel e, democraticamente, foram escolhidos aqueles que mais se destacaram no ano de 2010, para que a gente possa elevar a autoestima do feirense e fazer com que continue esse "boom" maravilhoso de transformar essa cidade realmente numa grande metrópole.

JP – E em sua opinião, quem realmente se destacou na imprensa ou na cidade?

ZC – Isso nós vamos ver ainda. Eu tenho minha opinião, mas não posso e não devo dar essa opinião agora, já ouvimos 60 profissionais qualificados como os meus amigos: Carlos Lima, Dilton Coutinho, Carlos Geilson, e tanto outros profissionais da imprensa que estiveram presentes e puderam livemente registrar suas opiniões. Os resultados só serão conhecidos no dia da festa do Troféu Imprensa..

Não se mexe na vontade dos profissionais e, por isso, vamos fazer uma festa muito bonita com 60 pessoas da comunidade que vão receber o trofeu, que já está confeccionado. Espero em Deus que a gente possa fazer mais uma vez fazer uma grande festa.

JP – Qual a mensagem que você deixa para os nossos ouvintes e para o site do Programa Jornal Povo?

ZC – Primeiro quero mandar um grande abraço para meu amigo Carlos Lima, dizer que ele continua no meu coração, quero muito bem a ele, quero muito bem a Rádio do Povo.Mandando também um forte abraço para o chefão, meu amigo Roberto Pazzi. E dizer que acredito nesta cidade.

Feira de Santana tem um destino já traçado e será a grande metrópole do sertão brasileiro. Tem tudo para crescer, tem grandes empresários, tem grandes empresas, o CIS é uma realidade, o comércio é o mais forte e o mais interessante do estado da Bahia, tirando a cidade de Salvador. Por isso, a mensagem é que Feira continue sendo a Princesa do Sertão.

 

 



Fonte: Jornal da Povo



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De: Evandro Oliveira | 28/11/2010 - 12:11:07 | oevandro@uol.com.br
Quando éramos garotos, existia um excelente cômico no Rio de Janeiro que vinha, todos os anos a Salvador se apresentando em um parque de diversão do sul do país com teatro. Lembro que se instalava onde hoje são os escombros do estádio da Fonte Nova. E nome dele era ZÉ COIÓ, meu amigo José Carlos Pedreira, inteligente e com um excelente humor, dá consistência ao rastreamento.

De: antonio silva | 03/11/2012 - 13:11:59 | magazinebahia@hotmail.com
OLÁ AMIGOS TUDO BEM? POR QUER VC ATÉ AGORA NAO FIZERAM A DENUNCIA DO PREFEITO DE SAO GONÇALO COM ESQUEMA DE NOTAS E SUPER FATURAMENTO. O VIDEO ESTÁ PRONTO,SEJA UMA IMPRENSA IMPARCIAL. AGUARDO SEU CONTATO.


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