Carlos Lima
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Cinema
Carlos Lima | Publicado em 30/05/2017 às 13:01:08

Mulher-Maravilha promove sessão de cinema especial para público feminino e causa polêmica nos Estados Unidos

Mulher-Maravilha promove sessão de cinema especial para público feminino e causa polêmica nos Estados Unidos Alguns homens não gostaram da ideia de serem "excluídos!"

Toda a ação promocional de Mulher-Maravilha está focada no empoderamento feminino. Afinal, não é todo dia que uma heroína ganha seu próprio filme – que, por sua vez, também é dirigido por uma mulher, Patty Jenkins!

Uma iniciativa criativa da rede de cinemas norte-americana Alamo Drafthouse chamou a atenção por promover uma sessão especial do longa, estrelado por Gal Gadot, somente para mulheres, no próximo dia 6 de junho, em Austin e Nova York, nos Estados Unidos.

O ato foi elogiado por boa parte do público, mas alguns homens não gostaram muito da ideia. Para cada reclamação, a resposta oficial da Alamo Drafthouse foi bem clara “Sentimos muito se você sentiu excluído, mas pensamos que seria divertido celebrar uma personagem que significou tanto para as mulheres durante oito décadas.”

Muitos questionaram como as mulheres se sentiriam se a situação fosse inversa. Nessa hora, a criatividade das pessoas surge em bons propósitos. Como diz a redatora da Vanity Fair, Joanna Robinson: “A VIDA é uma sessão só para homens de Superman!”

Mesmo com toda a polêmica, a proposta foi um sucesso, tendo seus ingressos esgotados em cerca de uma hora. Tanto que novas sessões foram promovidas!

Porém, estamos falando do mundo da internet, onde nada tem limites. Um dos homens irritados pela iniciativa foi Stephen Miller, que decidiu protestar contra o ato… comprando um ingresso para tal sessão especial!

O anúncio diz: “Desculpe cavalheiros, mas estamos abraçando girl power e os meninos não são permitidos. E quando dizemos ‘Mulheres (e pessoas que se identificam como mulheres) apenas’, estamos falando sério.” Então, Stephen usou suas redes socias para questionar: “Vamos descobrir até onde eles vão abraçar essa ideia. É contra a lei me proibir de algo por conta do meu gênero.”

Deixando exageros de lado, deve ser realmente bem difícil se sentir excluído por conta de seu gênero. Agora, imagine ser mulher e passar por preconceitos sexistas, em todos os aspectos de sua vida, durante séculos?

Katiúscia Vianna

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