Carlos Lima
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Curiosidades
Carlos Lima | Publicado em 11/11/2015 às 22:25:10

E A MUSA DO GOLPE FOI PARAR NO CABARÉ…

E A MUSA DO GOLPE FOI PARAR NO CABARÉ… Musa da direita se apresenta em cabaré

Conhecida como “musa da direita”, após mostrar os seios nas manifestações deste ano contra o governo da presidente Dilma Rousseff na Avenida Paulista, a empresária do ramo de fitness Juliana Isen vai se apresentar nesta quinta-feira 12 em Goiânia, na Estância MM, uma das mais antigas casas de shows e strip-tease da capital.

O local é famoso pela circulação de scort-girls (garotas de programa). A consumação (ou couvert) para assistir ao show de Ju Isen é de R$ 55, com entrada a partir das 14h.

Após mostrar os seios nas manifestações, onde colou em um dos mamilos o adesivo “Fora, Dilma”, e tirou fotos entre manifestantes e policiais, Juliana posou para a Revista Sexy e participou de ensaios para a Revista Ego. Em entrevista ao portal iG, resumiu sua ideologia: “Ser de direita é não gostar do PT”.

Talvez por ser declaradamente antipetista, um dos out-doors convidando para a apresentação de Ju Isen em Goiânia tenha sido colocado na Rua 115, no Setor Sul, ao lado do Diretório Metropolitano do PSDB na capital de Goiás.

O mesmo anúncio convida para o show da “musa das manifestações” nos dias 12 e 13 de novembro e para a apresentação de Rosara Ferreira, Miss Bumbum, nos dias 19, 20 e 21 de novembro.

Desde a derrota nas urnas, em outubro de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB) tem se utilizado de todos os expedientes para derrubar a presidenta Dilma.

Aécio permitiu que o partido que presidente ampliasse relações com grupos de extrema-direita, como aqueles que querem a volta da ditadura, são contra o aborto em mulheres vítima de estupro ou mesmo com tipos burlescos como o “Batman do Leblon” e a “Musa das Manifestações”.

Este vale-tudo tem feito o PSDB pisar em bandeiras históricas do partido, como a Lei de Responsabilidade Fiscal que os tucanos atropelaram no Congresso Nacional ao apoiar as pautas-bombas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o próprio apoio a Cunha – réu nas denúncias de desvios da Petrobras – rompido apenas hoje pelo partido, e não em nome da “ética”.

Marcus Vinícius

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