A inexistência da democracia no Legislativo e Executivo feirense/Por Carlos Lima

Um dos mitos mais presentes sobre a democracia é que ela é o mesmo que liberdade.

Os contrários deveriam ser respeitados e tolerados. Mas essa não é a realidade prática adotada pela maioria dos governantes.

Seus espíritos democráticos defendem e atendem interesses pessoais e de grupo ideológicos.

Suas ações são voltadas para a consolidação do pensamento único.

Em Feira de Santana ninguém está isento das decisões justas ou injustas adotadas pelo Executivo ou Legislativo, permanecendo as perseguições e tiranias do poder sobre os cidadãos, que na maioria são cerceados de se expressarem livremente.

O exemplo do que vem acontecendo no município às ações atualmente desenvolvidas pelos podres poderes, exercem pressões sobre a mídia no sentido de amordaçá-la.

Alguns exemplos podem ser citados, caso da CPI no legislativo municipal para apurar o desfalque milionário na saúde pública, constatada pela operação denominada Pityocampa.

O silencio estarrecedor sobre apropriação indébita dos cartões e vales alimentação.

A perseguição covarde aos profissionais de imprensa que não são coniventes com as falcatruas praticadas de forma habitual na política feirense, entre outros casos de maior ou menor gravidade.

Inclusive existe uma declaração histórica, recente, na mídia local, onde o prefeito afirmou que era contrário a qualquer tipo de CPI, “CPI é coisa de oposição”, disse ele.

Como a base de apoio do prefeito na Câmara Municipal tem 18 dos 21 membros existentes a CPI foi rejeitada pela maioria, que acompanhou a posição do chefe.

Carlos Lima

 

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