Carlos Lima
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Reportagem Especial
Carlos Lima | Publicado em 27/10/2018 às 10:29:57

A Maçonaria é protagonista da liberdade

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‘’A liberdade Maçônica, mesmo causando alguns choques na sua definição e prática, sempre esteve presente de forma clara nos “Trabalhos Maçônicos”.

Esse princípio é norteador de unidade, mesmo observando-se a diversidade existente dos ritos existentes.

A Irmandade nesse século XXI tem na liberdade conceitual do irmão, pensar, e não se posicionar é uma ‘praxis’ que tem sido utilizada por considerada parcela de seus membros.

Entretanto pode ser considerada até mesmo comum e natural na maioria dos Países por meio de uma legislação protetora e/ou de uma opinião pública forte e atuante.

Nesse “mister” a sua atuação em defesa da liberdade e de todas as suas derivações, notadamente a liberdade de expressão, não está sequer próxima da realidade porque sempre   mudam o foco e os antagonistas.

Seu princípio maior vai sempre encontrá-la de Pé e a Ordem em defesa dos princípios basilares que norteiam e conduzem a Humanidade.

Em algumas situações se perde na análise conjuntural, dando prioridade a interesses de “poder”, na sua maioria continua a impulsionar o desejo e ações com segurança e regularidade, na evolução da história da humanidade.

Devemos salientar que ainda existem Maçons que compreendem e assumem esse trabalho, dedicando muita fé e esperança na melhoria e no avanço dos valores morais que norteiam os princípios civilizatórios.

O que nos possibilita podermos afirmar que Maçons são verdadeiros Iniciados, Pedreiros Livres e Construtores Sociais.

O ENFRENTAMENTO INTERNO

A principal qualidade do Maçom em termos gerais é a de ser livre, possuir a virtude de agir por si e de acordo com sua vontade ou consciência.

A afirmação da liberdade Maçônica é uma conquista da cidadania.

A plena liberdade não deve estar sujeita a amarras internas ou externas, caso contrário estaríamos iludidos com uma falsa percepção de liberdade e realidade dos fatos.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Liberdade de expressão é quando os seres humanos podem manifestar suas opiniões, pensamentos, enfim de comunicar-se sem censura ou tolhimento.

Esta liberdade é assegurada na Declaração Universal de Direitos Humanos de 1948 e em nossa Constituição Federal de 1988 no art. 5º.

Uma vital forma de proteger a sociedade da opressão e tirania,  constitui-se na base e no alicerce de sociedades democráticas.

Podemos afirmar que nos regimes totalitários e ditatoriais, a liberdade de expressão é uma das primeiras vítimas.

A liberdade de expressão é vital para toda e qualquer democracia, sobretudo acerca de questões políticas, pois é imprescindível a qualquer Estado Democrático de Direito a diversidade de opiniões.

O livre debate possui a virtude do amadurecimento das civilizações, evitando equívocos naturais quando apenas alguns setores são ouvidos e privilegiados, em detrimento de outros que possuem direitos limitados ou até mesmo cerceados.

No entanto, o Direito à Liberdade de Expressão, como todo e qualquer direito, não é absoluto, apologias ao ódio, incitações à violência, ao crime não podem ser admitidas em uma sociedade sadia e civilizada e muito menos pela Maçonaria.

Jamais devemos esquecer ou desconsiderar que o nosso Código Penal tipifica a calúnia, injúria e difamação, entre outros delitos que devem ser aplicados caso a liberdade de expressão seja manietada.

Um importante aspecto deste direito refere-se à imprensa livre, onde a divulgação de informações e opiniões em meios de comunicação de massa não pode ter prévio controle de qualquer órgão estatal.

“Baseado nisso podemos afirmar que basta a liberdade de expressão ser cerceada para caminharmos em direção a um Estado autoritário que não tardará a limitar outras liberdades, pois o efetivo e amplo controle da ação pública, governamental, incluindo o próprio exercício do poder, possui como eficaz instrumento a liberdade de expressão.”

“A liberdade de expressão são as bases de uma consolidada democracia, de um verdadeiro Estado de Direito, lembrando que a universalização deste é caminho imprescindível na condição da missão Maçônica de tornar feliz a humanidade.”

Para os irmãos que desejam absorver vivências e praticar estudos para ampliar nosso leque de oportunidades e experiências no exercício da democracia as peculiaridades dos diversos ritos regularmente praticados nas Obediências nos proporcionam entendimento maior da diversidade de modos que pode ser praticada pela Maçonaria e que nos ensinam como todas convergem para o fim último de ascensão individual na busca do crescimento como um todo, mesmo existindo desencontros conceituais e filosóficos na sua supraestrutura.

Carlos Lima .’. MI -CIM: 914

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