Bolsonaro, um psicopata no poder/ por Sérgio Jones*

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Como muito bem citou em um dos seus brilhantes artigos o escritor e ambientalista inglês George Monbiot, o problema dessas pessoas de mente enferma ascender ao poder tem muito a ver com o modelo do sistema no qual elas competem.

Outra observação genial é quando Monbiot é afirmativo ao sentenciar que “personalidades tóxicas prosperam em ambientes tóxicos”. Ou seja, aqueles que deveriam ser menos confiáveis para assumir o poder são justamente os que mais provavelmente vencerão”.

Ele também diz existir uma dimensão pouco examinada no avanço das lógicas neoliberais. Por ser este um sistema que estimula competição, disputa e rivalismo, o que resulta na produção de “líderes” brutais e sem empatia.

E para se promover mudanças, neste modelo bizarro de governança, onde possa ser eleita gente generosa e sensível requer uma nova democracia.

No olhar de pensadores mais lúcidos as características de uma boa liderança. Figuram entre elas conceitos basilares como a justiça e objetividade, desejo de servir à sociedade e não a si mesmo, falta de interesse em ser famoso e ocupar o centro das atenções, resistência à tentação de esconder a verdade ou fazer promessas impossíveis.

Estudos realizados pelas mais diversas personalidades do mundo acadêmico que pessoas portadoras de comportamento psicóticos, narcisista ou maquiavélica.

São elementos que demonstram forte tendência à manipulação dos outros, uma inclinação especial para mentir e enganar, tendo como foco alcançar seus mesquinhos objetivos.

Na prática política, tais comportamentos são plenamente identificáveis, o que para os especialistas dizem parecer a externalização de déficits ou feridas psíquicas.

Eles consideram que

pessoas com tais distúrbios de comportamento estão mais propensas a comandar uma nação, mandar milhares para a morte em guerras desnecessárias, separar crianças de suas famílias e infligir sofrimentos terríveis do que processar sua própria dor e trauma.

“Aparentemente, o que vemos na política, em todos os cantos, é uma manifestação pública de profunda angústia privada”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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