Delírio no Legislativo feirense/por Carlos Lima.

Vereadores seres dispensáveis politicamente à sociedade

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on google
Share on linkedin
Share on email

Acredito ter sido um delírio a declaração de vereadora feirense ao dizer que a imprensa, “antes de expor a figura pública de um vereador, tem que procurar saber qual é o papel do vereador. O vereador vem para fiscalizar mesmo, ele tem que acompanhar”, disse ela.

E porque não o faz?

Por que não fiscaliza a aplicação dos recursos públicos pelo pode executivo?

 Por que quando da aprovação do Orçamento anual do município fornecem  carta branca ao Executivo para sua livre manipulação.

Por que quando o Secretário da Fazenda, obedecendo a lei, faz prestação de contas no Legislativo só ficam dois ou três vereadores no plenário?

Nessas ocasiões o Secretário nunca foi indagado. Seu pronunciamento tem uma expectativa muito grande.

Será que ele vai demorar?

A débil fiscalização é uma marca registrada dos vereadores que fazem parte da bancada que dá sustentação ao governo municipal.

Essa fica mais evidenciada quando pretendem mostrar serviço em período eleitoral.

Como a ridícula imagem de um edil segurando uma escada para a troca de lâmpada, segundo, mas línguas, de um poste enfrente a sua casa.

A foto circula nas redes sociais, de forma jocosa.

A fiscalização pode ser igual a do vereador que votou favorável a um projeto de lei do executivo sem ao menos ter o cuide de ler.

Quando questionado, disse que o projeto era do Executivo e não leu, simplesmente votou favorável.

É dessa fiscalização que a vereadora estava se referindo?

Ou será da fiscalização das áreas de nascentes que foram invadidas por empresas privadas. Visitadas pelos vereadores que fizeram vistas grossas para questões ambientais.

Ou serão aquelas obras de construção de Postos de Combustíveis em áreas inadequadas na zona urbana da cidade.  Criaram leis permitindo a construção para liberar irregularidades?

Como ocorreram essas ações, é sigilo de confessionário?

Existem muitas outras situações onde, as intervenções legislativas não são dignas, de suas prerrogativas parlamentares.

Quando foi que o legislativo fiscalizou os recursos aplicados em obras ou nos aditivos de contratos?

O projeto pessoal dos vereados estão correndo alto risco.

Todos passaram, de repente, talvez fruto dos prováveis resultados eleitorais, ser cientes de suas obrigações. Com receio dos resultados eleitorais.

Carlos Lima

 

OUTRAS NOTÍCIAS