Incompetência da gestão Colbert Martins provoca tumultuo e caos em concurso

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Bagunça, preguiça e incompetência são critérios que têm servido como base nas tomadas de decisões da atual gestão pública do prefeito Colbert Martins em Feira de Santana.

Características que se evidenciam, cada vez mais e diuturnamente. Caso bastante elucidativo ocorreu neste domingo (22). Durante concurso que deveria acontecer de forma normal e sem maiores incidentes resultou em tumultuo, onde todos falavam e ninguém se entendia.

O concurso abre vagas para 211 candidatos de níveis Fundamental, Médio, Técnico e Superior, além de 1.055 vagas para cadastro reserva. A sua realização se transformou em anarquia generalizada devido à falta de uma coordenação séria.

O fechamento dos portões aconteceu antes do horário previsto, causando revolta generalizada o que fez com que cerca de 100 candidatos do processo seletivo para preenchimento de vagas na Secretaria de Desenvolvimento Social de Feira de Santana (Sedeso) comparecessem, na manhã deste domingo (22), no Complexo de Delegacias, no bairro Sobradinho, para registrar queixa contra a organização do certame, o Instituto Bahia.

Eles não puderam fazer a prova, marcada para começar às 8h, porque, foram impedidos de entrar. As causas foram diversas entre elas, divergências nos horários de fechamentos dos portões e falta de informação sobre este item.

Trambiques e as mais diversas formas de ludibriarem as pessoas têm sido prática comum, no município. Quem não se lembra de concurso público em que os cidadãos pagaram a taxa exigida. Concurso realizado pela Câmara Municipal de Feira de Santana. Que acabou não acontecendo, e os inscritos não tiveram as suas taxas pagas devolvidas.

Uma quimera chamada justiça

No concurso realizado neste domingo, o mais grave aconteceu, ao chegarem na delegacia eles, os queixosos, foram orientados a procurar o Ministério Público, mas o órgão está em recesso e terão que aguardar o retorno das atividades no ano que vem. O que significa dizer que mesmo os funcionários regiamente bem pagos saem de férias e a justiça entra em recesso.

Quanta insensibilidade deste órgão. Na vida social não existe recesso, a vida continua. Então não se justifica o fechamento de suas atividades tão importante para o cidadão. A incompetência dos órgãos públicos de funcionarem a contento já se tornou uma atividade comum e já é por demais conhecidos por todos os brasileiros.

A queixa também não pôde ser registrada no Complexo de Delegacias, bairro Sobradinho, o argumento utilizado por um dos servidores, que se encontrava presente no local, é porque não houve crime. O resultado da seleção, ou seria fiasco, está previsto para ser publicado em 31 de janeiro 2020 e terá validade de dois anos a partir de homologação.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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