Carlos Lima
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Reportagem Especial
Carlos Lima | Publicado em 29/10/2017 às 17:03:45

Maçonaria: É preciso ser como o Pelicano

Maçonaria: É preciso ser como o Pelicano A mensagem é verdadeira

Como muitos analistas e escritores Maçônicos refletem o momento da atual política nacional e com uma perspectiva otimista conseguem vislumbrar, ainda, uma efetiva participação da Maçonaria, na solução da crise que alimentação a destruição de nossa soberania e fere de morte os princípios Maçônicos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

As maiores obediência Maçônicas do nosso país, Grande Oriente do Brasil – GOEB; Grande Loja do Brasil – Grandes Lojas Estaduais CMSB e Grandes Orientes Independentes – Confederação Maçônica do Brasil – COMAB.

E não reproduzem a filosofia da ordem. Mesmo porque o surgimento de novas obediências regulares ou não, surgiram e ainda pode surgir das cisões que ocorreram no Grande Oriente do Brasil.

Atualmente, ferindo o espírito filosófico da Maçonaria, o GOEB criou divergências quase insuperáveis com seu Oriente de Minas Gerais. Além de realizar vetos e contatos com maçons e Lojas da COMAB.

Essas divergências são o resultado de culto ao personalismo, vaidade, intolerância e traição aos verdadeiros princípios da Maçonaria.

Se essas verdades não foram superadas, como se pretende, corrigir os erros praticados pelos profanos, se são todos iguais a à maioria deles.

Primeiro precisamos assumir as nossas falhas e corrigi-las, apresentado ao povo o nosso exemplo.

Existem Maçons verdadeiros, existem Maçons que nos enche de orgulho e nos faz acreditar que a nem tudo está perdido.

Entretanto, outros nos deixam o sentimento de que precisamos aprimorar o rumo, acertar o caminho.

Muitos falam em reinventar o caminho, mas qual o caminho a ser reinventado?

O da cizânia, da falta de reconhecimento de outras Obediências.

Da exclusão de irmão?

Da imposição do pensamento único?

De uma obediência cega e escrava?

No que afinal estão tentando transformar a Maçonaria?

Onde fica está a prática da tolerância?

Onde fica irmandade como princípio de vida?

O que fazer com os filhos da Viúva? Esquecê-los, abandoná-los?

Não fiz o curso Filosofia e Fundamentação Maçônica, mas recebi o livro com a versão 2017 – Irecê-Bahia volume I, organizado pelo Irmão professor Doutor Medson Janer da Silva.

Tenho estudado com muita atenção, mas não encontrei, uma analise ou um estudo sobre a verdadeira realidade da prática Maçônica em nosso país.

Precisamos abordar esse tema, talvez desagradável para muitos, mas necessário para o nosso reencontro com o passado e as necessidades de encontramos o “prumo” para o nosso futuro.

A Maçonaria é uma escola de aperfeiçoamento, estou estudando para chegar às portas do saber, se vou conseguir é outra questão, mas não vou desistir.

Carlos Lima

 

 

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