Carlos Lima
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Sérgio Jones | Publicado em 17/01/2020 às 12:18:56

Sucessivos escândalos têm sido marca indelével no governo de Bolsonaro/ Por Sérgio Jones*

Sucessivos escândalos têm sido marca indelével no governo de Bolsonaro/ Por Sérgio Jones*

O grau de estupidez que assola o governo do Bolsonaro pode ser considerado inaudito. Nunca em época alguma o povo brasileiro se viu diante de tamanha aberração ao longo de nossa tumultuada e confusa história.

A gestão do atual presidente atingiu o paroxismo da capacidade humana em conviver com o elevado grau de inépcia existente.

Contando com um elenco de acéfalos, no quadro de seu desastrado governo, existem pessoas que dizem dialogar com Jesus Cristo, outros que defendem que a terra é plana, e a fila não para.

A coreografia de bizarrice prossegue e inúmeros outros corolários de absurdos continuam sendo praticados por esses ‘iluminados’ seres. Não se sabe se todo esse circo de horrores acontece por uma questão de convicção ou opção.

A tolice e ato criminoso mais recente e que está ocupando os espaços da mídia nacional e internacional, têm sido a veiculação de um vídeo em que o secretário da Cultura Roberto Alvim reproduz trechos de discurso de Josseph Goebbles, Chefe de Informação e Propaganda na Alemanha Nazista.

O que provocou um tsunami de indignação nas redes sociais na madrugada desta sexta-feira (17).

O vídeo foi postado pela Secretaria Especial da Cultura do governo Bolsonaro para divulgar o Prêmio Nacional das Artes, lançado horas antes em live com a participação do próprio presidente.

O pronunciamento de Alvim foi gravado em uma sala que tem ao fundo o retrato do presidente Jair Bolsonaro, a bandeira brasileira de um lado e uma cruz do outro.

As reações que o tal ato bestial provocou são muitas,sendo uma delas a manifestação realizada pelo grupo Judeus pela Democracia que divulgou nota em suas redes sociais repudiando, com muita veemência, o funesto e burlesco discurso proferido pelo Roberto Alvim, Secretário de Cultura, do não menos grotesco governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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