Carlos Lima
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Economia
Carlos Lima | Publicado em 23/12/2017 às 13:22:15

Aécio: R$ 50 milhões de propina via academia de Aciolly (e Huck), diz PGR

Aécio: R$ 50 milhões de propina via academia de Aciolly (e Huck), diz PGR Criminosos que continuam soltos com autorização de Gilmar Mendes

O Globo publica matéria de Bela Megale e Tiago Herdy informando que a Procuradoria Geral da República tem indícios de que Aécio Neves recebei R$ 50 milhões – R$ 30 milhões da Odebrecht  e R$ 20 milhões da Andrade Gutierrez – para fazer lobby pelas empreiteiras na contratação das obras de construção da Usina de Belo Monte, da qual a estatal mineira, a Cemig, é sócia.

O dinheiro teria sido pago pela Odebrecht  em Cingapura, através de uma offshore  pertencente ao empresário Alexandre Aciolly e pela Andrade Gutierrez aqui mesmo, pela empresa Aalu Participações, que é dona da rede de academias Bodytech, onde ele é sócio de Luiz Urquiza, João Paulo Diniz e Luciano Huck.

Acciolly, ouvido pelo jornal, nega que o recebimento seja propina e o atribui  a  “um investimento” da empreiteira na sua empresa, da qual seria sócia.

A Andrade Gutierrez rebate, dizendo que foi uma “opção de compra” de ações, não concretizada e hoje sem valor, usada como cobertura para o repasse.

O fato é que o dinheiro existiu e há comprovação de seus movimentos.

No caso da Odebrecht, o ex-executivo  Henrique Valladares diz que o acerto foi feito pessoalmente  entre Aécio Neves e Marcelo Odebrecht, no início de 2008, durante encontro de ambos no Palácio das Mangabeiras, sede do governo mineiro.

A turma da balada e da night de Aécio está em polvorosa, porque tem mais gente “boa” metida nos negócios da Boodytech. (Fernando Brito)

E esse cara continua solto.

É um a fronta a imparcialidade da justiça brasileira e uma desmoralização para o Supremo Tribunal Federal.

O ministro Gilmar Mendes deveria ser cassado imediatamente, do STF, sua presença nesse poder máximo da justiça brasileira, coloca em suspeição a integridade moral dos ministros e do próprio Tribunal.

Está explicita que as ações e decisões tomadas por Gilmar Mendes tem um cunho político partidário e claro interesse pessoal, como se comenta nos bastidores da magistratura. (cljornal)

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