O Brasil convive com duas pragas letais: Bolsonaro e Covid-19/ Por Sérgio Jones*

Os irresponsáveis e constantes pronunciamentos feitos por essa deformação de presidente, conhecido como Jair Bolsonaro, que adota um modelo de política nazifascista. Têm causado danos consideráveis para toda sociedade brasileira.

Os seus disparatados pronunciamentos assumem características de quando se tenta apagar fogo atiçando gasolina. O resultado de toda essa patética atitude, por parte dele, o tem colocado em confronto direto com os governadores e, por extensão, com todo o povo brasileiro.

De forma criminosa e demonstrando total desequilíbrio emocional, o demente e insano presidente, eleito por um segmento de seres obtusos, durante os seus pronunciamentos realizados em rede nacional de rádio e televisão, e até mesmo fora das redes têm sido desastrosos, principalmente quando tenta minimizar a gravidade da pandemia do novo coronavírus. Ele sempre se reporta a pandemia como uma “gripezinha” e também como “resfriadinho”. No Brasil, hoje (30/03), há 4. 330 infectados e 140 mortes.

A pomposa besta, que detém o título de presidente, continua com discursos de sua necropolítica (quando o Estado escolhe quem deve viver e quem deve morrer) ao se posicionar despudoradamente contra o fechamento de escolas, do comércio e contra a quarentena, medidas sendo aplicadas em todo mundo para combater a disseminação do vírus.

O que vem gerando desconforto e repúdio de toda a sociedade, de governadores que usaram de forma incisiva a mídia para criticarem o presidente. Até mesmo por aqueles que inicialmente o apoiaram como no caso de Witzel, do Rio de Janeiro, e João Dória, de São Paulo. O governador Ronaldo Caiado, de Goiás, um apoiador de Bolsonaro desde a campanha presidencial, também colocou contra o discurso e em seguida, sinalizou rompimento político com o Bolsonaro e sua tropa de muares.

“Quando você tem o presidente em um pensamento, em uma estrutura de pensamento, e, por outro, os governadores, ou uma grande maioria deles em uma linha de pensamento, como parece, você tem uma dissonância política criando na organização do poder uma forte desorganização”, explica o professor e cientista político Guilherme Carvalhido.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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