Carlos Lima
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Carlos Lima | Publicado em 13/05/2017 às 10:51:26

‘DIREITOS CONTINUAM SENDO CASSADOS NO BRASIL APÓS UM ANO DE GOLPE’, DIZ VEREADOR

‘DIREITOS CONTINUAM SENDO CASSADOS NO BRASIL APÓS UM ANO DE GOLPE’, DIZ VEREADOR "Passado um ano do impedimento que destituiu a presidente eleita Dilma Rousseff do comando da República e a situação sociopolítica e econômica do país segue em declínio.

“Passado um ano do impedimento que destituiu a presidente eleita Dilma Rousseff [PT] do comando da República e a situação sociopolítica e econômica do país segue em declínio. Nada mudou no país após um ano do golpe, e os direitos dos trabalhadores seguem sendo cassados”, diz o líder do PT na Câmara Municipal de Salvador, vereador Luiz Carlos Suíca.

Ele lembra o 12 de maio de 2016, que faz exatamente um ano nesta sexta-feira (12), e cobra inclusão dos movimentos sociais, populares e sindicais nos debates sobre as reformas em tramitação no Congresso Nacional.

Suíca aponta ainda para “o plano midiático que tenta enfraquecer a maior liderança do partido no Brasil que é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, na ponta das pesquisas para 2018.

“Sabem que não tem outra alternativa que não seja a covardia contra Lula. Vão atacar ele até que caia nas pesquisas. Só esqueceram que o ex-presidente é mesmo igual a massa de bolo, quanto mais bate mais ele cresce. E o povo não engole mais ataques contra ele. Lula é a cara do povo brasileiro”, diz Suíca.

Para o vereador, o impedimento de Dilma trouxe, além do crescimento político de Lula, a volta de “um grupo de políticos que atua contra os direitos da população e das minorias. Sem falar no medo deles serem alvos das operações contra corrupção”. Suíca aponta que essa equipe atual do governo de Michel Temer (PMDB) reduziu os direitos do povo, seja na questão trabalhista ou de políticas públicas.

“Estão desmontando o Estado brasileiro, querem o fim das cotas raciais, querem acabar o acesso à moradia, luz, e educação de qualidade com as reformas eloquentes propostas por uma gestão ilegítima”, completa.

Leonardo Atucch

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