Carlos Lima
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Carlos Lima | Publicado em 22/03/2019 às 10:46:01

Grupo protesta contra a reforma da previdência em Salvador.

Grupo protesta contra a reforma da previdência em Salvador. Manifestantes de Salvador são contra a reforma da previdência — Foto: Phael Fernandes/G1

Um grupo de manifestantes realiza na manhã desta sexta-feira (22), em Salvador, um ato contra a reforma da previdência. A concentração dos manifestantes ocorreu em um viaduto da região da Rótula do Abacaxi, às 9h. Por volta das 9h40, o grupo ocupou a rua e saiu em caminhada.

Rodoviários que participam do ato atravessaram um ônibus na Rótula do Abacaxi sentido Avenida Barros Reis e os motoristas pararam os coletivos ocupando duas faixas da via.
Já no sentido contrário, em direção à Avenida ACM, os manifestantes saem em caminhada sentido a região do Shopping da Bahia. A organização ainda não informou a quantidade de pessoas que participa do ato. A Polícia Militar informou que não divulga estimativa de participantes.
Diversos integrantes de sindicatos participam do protesto, como o Sindicato dos Rodoviários, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Força Sindical.
Integrantes do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro) informaram que também vão integrar o ato. Eles fizeram um protesto em frente à sede da Petrobras, no bairro do Itaigara e seguem em caminhada com destino a região do Shopping da Bahia, mesmo ponto para onde vão os manifestantes que saíram da Rótula do Abacaxi.
Por conta do protesto, os motoristas que circulam pelas Avenida ACM, Barros Reis e Bonocô, encontram congestionamento.
O governo federal apresentou no dia 20 de fevereiro uma proposta de reforma da previdência, entretanto as centrais sindicais são contra as mudanças. De acordo com os trabalhadores, as alterações na previdência definidas pelo governo vão dificultar o acesso à aposentadoria, reduzir o valor dos benefícios, além de prejudicar os trabalhadores, principalmente os que têm menores salários.

G1

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