Carlos Lima
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Carlos Lima | Publicado em 04/03/2019 às 20:59:43

Posto da Polícia Civil atende vítimas de intolerância no Dois de Julho

Posto da Polícia Civil atende vítimas de intolerância no Dois de Julho Combate a intolerância

Uma iniciativa da Polícia Civil da Bahia, que tem como objetivo melhorar ainda mais o atendimento a grupos vulneráveis durante o Carnaval está sendo acolhida e reconhecida por diversas entidades e órgãos governamentais. O Posto de Atendimento às Vítimas de Racismo e Outras Intolerâncias (Pavri) está funcionando no Largo Dois de Julho, no circuito Osmar.

Uma comitiva formada pelos secretários, Maurício Barbosa, da Segurança Pública e Julieta Palmeira, de Políticas para as Mulheres, acompanhados do delegado-geral Bernardino Brito Filho, realizaram uma visita oficial ao posto especializado, no domingo (3).

O Pavri é destinado às vítimas de racismo e outras intolerâncias, em que o indivíduo é descriminado por motivos que vão desde a religião, orientação sexual, identidade de gênero, etnia, cor de pele, até a deficiência física ou mental.

Acompanhado dos secretários, o delegado-geral cumprimentou os servidores e fez um checklist na estrutura. “Procuramos oferecer aqui o melhor serviço para aqueles que precisarem. A Polícia Civil não pode ficar de fora da luta contra o racismo e a discriminação”, avalia.

Além da secretária de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, que visitou o posto especializado no sábado (2), órgãos governamentais, líderes de associações, conselhos, Organizações não Governamentais (Ongs) e superintendências, a exemplo da Superintendência de Proteção à Pessoa com Deficiência (Sudesf) e Rede Nacional de Operadores em Segurança Pública LGBT (Renosp) visitam o Pavri desde o primeiro dia do Carnaval.

A coordenadora do Pavri, delegada Jussara Souza destaca a satisfação do público. “São visitas espontâneas e todos se declaram satisfeito com a estrutura. Eles se sentem contemplados e nós ficamos felizes com essa integração pelo bem e a igualdade social”, comenta Jussara Souza.

Secom/Polícia Civil

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