Carlos Lima
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Carlos Lima | Publicado em 23/01/2020 às 10:23:17

DEM terá candidatura própria, e agora Colbert/por Carlos Lima

DEM terá candidatura própria, e agora Colbert/por Carlos Lima Deputado Targino Machado e o ex-prefeito José Ronaldo

Em matéria publicada recentemente afirmamos que o ex-prefeito José Ronaldo (DEM) poderia pela primeira vez se tornar um traidor partidário, comprometendo definitivamente toda sua trajetória política.

A consolidação dessa atitude tem origem na provável desobediência partidária, apoiando a candidatura do prefeito Colbert Martins, (MDB) a reeleição.

Alguns seguidores do ex-prefeito, subservientes, realizaram críticas descabidas e distantes da realidade.

No início dessa semana o presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto, sacramentou a decisão partidária de lançar candidato a prefeito em Feira de Santana.

O nome do deputado estadual, Targino Machado (DEM), ressurge nessa corrida ao Paço Maria Quitéria com viáveis probabilidades.

Entretanto, para José Ronaldo não será um nome de sua confiança, com certeza será forte competidor e entrave para continuação os projetos políticos dele, como maior líder político do município.

Se eleito, Targino vai trabalhar para ampliar sua liderança política e consolidar uma reeleição sem depender de José Ronaldo.

Politicamente para o ex-prefeito a candidatura de Targino Machado, com o seu apoio, é o mesmo que preparar o ambiente para os botes da cobra.

E agora?

Fazer o que José Falcão fez na candidatura de Sérgio Carneiro?

Lavar as mãos como Pôncio Pilatos e cruzar os braços, facilitando a derrota.

Será que Ronaldo tem carta na manga, ainda desconhecida do eleitor?

Não duvide dessa possibilidade!

Quem mantém o comando político de um município por mais de vinte anos, não é nenhum neófito que se deixará levar por argumentos falaciosos.

Sua sobrevivência política depende de suas escolhas, é um caso de honra, para consolidar sua longa trajetória política.  Ele fará tudo para ela não seja desconstruída.

Ele já correu esse risco quando Paulo Souto foi derrotado por Jacques Wagner. Ele aprendeu.

Carlos Lima

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