Carlos Lima
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Feira
Carlos Lima | Publicado em 02/12/2019 às 11:07:05

Deputado Zé Neto e Robinson Almeida realizam hoje (2) audiência Pública

Deputado Zé Neto e Robinson Almeida realizam hoje (2) audiência Pública Zé Neto e Robinson Almeida

Está acontecendo na manhã desta segunda-feira (02), Audiência Pública, na Associação Comercial de Feira de Santana (Acefs), para discutir as dificuldades e os desafios dos feirenses em relação ao transporte coletivo da cidade.

De acordo com Zé Neto, o transporte coletivo é um dos problemas mais graves que Feira enfrenta.

“Nos anos 90 fui advogado do Sindicato das Kombis, que propôs e construiu um sistema alternativo de vans, que funcionava adequadamente, e fez o sistema de transporte coletivo de massa em nosso município crescer, podendo atender às grandes demandas da cidade.”

“Eu diria que foi o melhor momento que a gente viu as empresas de ônibus com competitividade, a população confiando no sistema de transporte coletivo e as vans funcionando plenamente. Praticamente já acabaram com esse sistema. O sistema de ônibus vem passando por grandes dificuldades e o uso do transporte coletivo de massa, que era algo em torno de 40% da população, hoje cai para números absurdos que não chegam a 14%”, destaca.

Zé Neto ressalta que o BRT foi um empreendimento que teve todo apoio do Governo Federal.

“Na época da ex-presidenta Dilma e do nosso ex-Governador Jaques Wagner, os recursos chegaram em Feira. Mas depois, o poder público instituído aqui no Município recebeu os recursos e foi mudando todo o roteiro do projeto, e o que nós estamos vendo hoje é uma tragédia que não vai funcionar e não vai trazer nada de novo para a vida das pessoas que precisam de transporte coletivo”.

Zé Neto afirma ainda que esse é um tema que tem que ser debatido, pois “precisamos muito ouvir quem estuda, quem vive e quem, no dia a dia, sofre com todo esse problema. O fato é que temos uma grave adversidade pra enfrentar na cidade que precisa ser debatida, ouvir a população e tentar reunir forças com o poder público instituído. Esse é, sem dúvida, o único caminho a trilhar”.

JGB

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