Carlos Lima
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Feira
Carlos Lima | Publicado em 20/11/2015 às 17:22:41

Esquizofrenia na política feirense

Esquizofrenia na política feirense Muitos estão assim, sem cura

Algumas ações e fatos que acontecem na política feirense deveriam ser analisados por psiquiatras renomados.

As ações de grande parte de seus agentes podem muito bem serem analisadas como verdadeiras afrontas a inteligência do cidadão, até mesmo daquele que é possuidor de uma formação educacional primária.

Vamos dar alguns exemplos: na gestão passada o prefeito fez a fiscalização da recuperação de mata-burro na estrada do distrito de Jaguara e o fato foi registrado com fotos e divulgação na primeira página do Boletim Informativo da Prefeitura, como uma das obras do governo.

Uma compra de condensadores de água, por preços superfaturados, e a justificativa de substituir os bebedouros das escolas da rede municipal de ensino, foi um verdadeiro desastre. Não houve nenhum aproveitamento.

Poucos foram instalados, e mesmo assim não conseguiram fornecer água para os estudantes. Outros nunca foram instalados e os que apresentaram problemas não recebiam manutenção, a empresa fornecedora sumiu.

Os bebedouros foram retirados de circulação, viraram sucata e nem o ferro velho quis compra-los, um prejuízo enorme ao erário, foram comprados mais 45 aparelhos ao preço individual de aproximadamente de 6 mil e quinhentos reais..

O comentário mais pertinente da gestão passada na prefeitura municipal de Feira de Santana era o seguinte: “o que o prefeito diz sentado, não tem validade quando ele está de pé”.

Na gestão atual, vereadores já chegaram a afirmar de que votaram em projetos sem ter lido, eram projetos de prefeito.

O aumento da CID, antiga Taxa de Iluminação, por exemplo, alguns vereadores votaram sem saber no que estava votando. Um deles chegou a confirmar na Tribuna da Casa.

Os funcionários das empresas de ônibus fizeram uma paralização e a própria empresa emprestou ônibus para os motoristas os levassem para a Avenida Senhor dos Passos com a Avenida Getúlio Vargas e os atravessassem no meio da rua bloqueando o trânsito no centro da Cidade.

Os motoristas estavam reivindicando atraso no pagamento de salários por parte das empresas, ou melhor, duas razões sociais e um único dono.

Pela primeira na história de Feira de Santana as empresas que realizavam o transporte coletivo, resolveram, de forma unilateral, não mais fazer o transporte de passageiros na cidade. Trancou os ônibus na garagem e a cidade paralisou.

Foram dez dias de inferno astral, até que as empresas vencedoras da licitação, aceitaram fazer o serviço de forma emergencial, trouxeram ônibus de São Paulo e outras localidades para desenvolver o serviço até 1 de janeiro de 2016, quando iniciam o contrato já assinado.

Em certa ocasião uma viatura da SMT – Superintendência Municipal de Trânsito, estacionou em cima da faixa de pedestre, foi fotografada, denunciada e como punição, determinaram a remoção da faixa de pedestre (pintaram).

O aeroporto da cidade é uma verdadeira piada, até pouco tempo, para que as aeronaves fizessem manobras na pista, eram puxadas por um trator, conhecido como besouro.

O setor de embargue não consegue acomodar 30 pessoas, a maioria fica do lado de fora, sujeitas a sol, sereno e chuva.

As bagagens vinham na chuva e na chuva os passageiros ficavam tentando descobrir onde estava a sua.

Vejam só. São apenas ‘sinais’, não confunda com os sinais bíblicos.

Tivemos conhecimento de que um edil teria afirmado que se o prefeito não lhe desse os cargos solicitados ia para a oposição. Resultado, não recebeu os cargos e não foi para a oposição.

Outro, eleito pela oposição, fez opção pela situação, tornando-se um defensor intransigente, durou pouco, sua expectativa de cargos e benesses não foi contemplada, rompeu com o prefeito, voltou para a oposição e foi bem recebido.

Alguns vereadores entraram de corpo e alma na briga para impedir que o Shopping Boulevard  desse início a cobrança do seu estacionamento.

O desfile nas emissoras de rádio e jornais foi intenso. Revogaram Leis municipais, aprovaram uma que disciplinava o funcionamento do estacionamento, deram plantão no Shopping ao lado do Procon e no final, o Shopping venceu todos eles.

Está cobrando o estacionamento da forma como foi idealizado pela administração da Associação de Shoppings Centers do Brasil.

Garantiram ao povo algo que não tinham competência para decidir.

A viatura da SMT estacionou em cima da faixa de pedestre, foi denunciada e como punição mandou remover a faixa de pedestre.

Não pretendemos relatar todos os fatos que confirmam um provável diagnóstico de esquizofrenia. Mas o último é um indício fortíssimo.

Com a divulgação do resultado da licitação do transporte de massa do município, ficou determinado, contratualmente, que as empresas vencedoras trariam para Feira de Santana 250 ônibus zero quilômetro.

As mesmas empresas vencedoras do processo de licitação assumiram, em caráter emergencial, o transporte coletivo regular do município, até o dia 31 de dezembro de 2015, pelo abandono unilateral das realizam o serviço.

Asse anteciparam as prazos ne divulgaram que os ônibus começariam a chegar a partir do mês de dezembro..

O prefeito foi convidado pelas empresas para verificar a montagem dos ônibus e observar se tudo estava conforme o contrato.

Os vereadores também foram convidados, segundo declaração do presidente da Casa.

Na ida do prefeito os edis não puderam formar uma comissão para acompanhar o executivo atendendo o convite das empresas.

No início, praticamente, da segunda quinzena de novembro, a Câmara Municipal decidiu ir fiscalizar a montagem dos ônibus, verificar se tudo estava como foi contratado.

Formou uma comissão de quatro vereadores, segundo declarações e também convidou alguns radialistas e jornalistas para os acompanharem.  Todas as despesas por conta do Legislativo feirense.

Quando os vereadores chegam a São Paulo, alguns ônibus já estavam a caminho de Feira de Santana. Não deu para entender que tipo de fiscalização poderia ser realizada, para justificar o gasto do dinheiro público.

Mesmo porque, antes de marcar a viagem o presidente da Casa Legislativa divulgou oficialmente que todas as gratificações seriam cortadas no mês de dezembro, para ajuste financeiro nesse final de período legislativo.

Não foi uma boa notícia de natal para os servidores contemplados com o corte.

Mas teve recursos para bancar a viagem para São Paulo e pagar diárias. O fato está sendo chamado como “natal encantado”.

Existem muitos outros comportamentos na prática política em Feira de Santana que, sem qualquer margem de dúvidas, poderiam passar por uma análise psiquiátrica. Cabe ao povo coletar, relacionar, juntar e anotar esses fatos com maior interesse, e de forma civilizada, ética e racional, se manifestar no seu momento maior. O da escolha.

gumas ações e fatos que acontecem na política feirense deveriam ser analisados por psiquiatras renomados.

As ações de grande parte de seus agentes podem muito bem serem analisadas como verdadeiras afrontas a inteligência do cidadão, até mesmo daquele que é possuidor de uma formação educacional primária.

Vamos dar alguns exemplos: na gestão passada o prefeito fez a fiscalização da recuperação de mata-burro na estrada do distrito de Jaguara e o fato foi registrado com fotos e divulgação na primeira página do Boletim Informativo da Prefeitura, como uma das obras do governo.

Uma compra de condensadores de água, por preços superfaturados, e a justificativa de substituir os bebedouros das escolas da rede municipal de ensino, foi um verdadeiro desastre. Não houve nenhum aproveitamento.

Poucos foram instalados, e mesmo assim não conseguiram fornecer água para os estudantes. Outros nunca foram instalados e os que apresentaram problemas não recebiam manutenção, a empresa fornecedora sumiu.

Os bebedouros foram retirados de circulação, viraram sucata e nem o ferro velho quis compra-los, um prejuízo enorme ao erário, foram comprados mais 45 aparelhos ao preço individual de aproximadamente de 6 mil e quinhentos reais..

O comentário mais pertinente da gestão passada na prefeitura municipal de Feira de Santana era o seguinte: “o que o prefeito diz sentado, não tem validade quando ele está de pé”.

Na gestão atual, vereadores já chegaram a afirmar de que votaram em projetos sem ter lido, eram projetos de prefeito.

O aumento da CID, antiga Taxa de Iluminação, por exemplo, alguns vereadores votaram sem saber no que estava votando. Um deles chegou a confirmar na Tribuna da Casa.

Os funcionários das empresas de ônibus fizeram uma paralização e a própria empresa emprestou ônibus para os motoristas os levassem para a Avenida Senhor dos Passos com a Avenida Getúlio Vargas e os atravessassem no meio da rua bloqueando o trânsito no centro da Cidade.

Os motoristas estavam reivindicando atraso no pagamento de salários por parte das empresas, ou melhor, duas razões sociais e um único dono.

Pela primeira na história de Feira de Santana as empresas que realizavam o transporte coletivo, resolveram, de forma unilateral, não mais fazer o transporte de passageiros na cidade. Trancou os ônibus na garagem e a cidade paralisou.

Foram dez dias de inferno astral, até que as empresas vencedoras da licitação, aceitaram fazer o serviço de forma emergencial, trouxeram ônibus de São Paulo e outras localidades para desenvolver o serviço até 1 de janeiro de 2016, quando iniciam o contrato já assinado.

Em certa ocasião uma viatura da SMT – Superintendência Municipal de Trânsito, estacionou em cima da faixa de pedestre, foi fotografada, denunciada e como punição, determinaram a remoção da faixa de pedestre (pintaram).

O aeroporto da cidade é uma verdadeira piada, até pouco tempo, para que as aeronaves fizessem manobras na pista, eram puxadas por um trator, conhecido como besouro.

O setor de embargue não consegue acomodar 30 pessoas, a maioria fica do lado de fora, sujeitas a sol, sereno e chuva.

As bagagens vinham na chuva e na chuva os passageiros ficavam tentando descobrir onde estava a sua.

Vejam só. São apenas ‘sinais’, não confunda com os sinais bíblicos.

Tivemos conhecimento de que um edil teria afirmado que se o prefeito não lhe desse os cargos solicitados ia para a oposição. Resultado, não recebeu os cargos e não foi para a oposição.

Outro, eleito pela oposição, fez opção pela situação, tornando-se um defensor intransigente, durou pouco, sua expectativa de cargos e benesses não foi contemplada, rompeu com o prefeito, voltou para a oposição e foi bem recebido.

Alguns vereadores entraram de corpo e alma na briga para impedir que o Shopping Boulevard  desse início a cobrança do seu estacionamento.

O desfile nas emissoras de rádio e jornais foi intenso. Revogaram Leis municipais, aprovaram uma que disciplinava o funcionamento do estacionamento, deram plantão no Shopping ao lado do Procon e no final, o Shopping venceu todos eles.

Está cobrando o estacionamento da forma como foi idealizado pela administração da Associação de Shoppings Centers do Brasil.

Garantiram ao povo algo que não tinham competência para decidir.

A viatura da SMT estacionou em cima da faixa de pedestre, foi denunciada e como punição mandou remover a faixa de pedestre.

Não pretendemos relatar todos os fatos que confirmam um provável diagnóstico de esquizofrenia. Mas o último é um indício fortíssimo.

Com a divulgação do resultado da licitação do transporte de massa do município, ficou determinado, contratualmente, que as empresas vencedoras trariam para Feira de Santana 250 ônibus zero quilômetro.

As mesmas empresas vencedoras do processo de licitação assumiram, em caráter emergencial, o transporte coletivo regular do município, até o dia 31 de dezembro de 2015, pelo abandono unilateral das realizam o serviço.

Asse anteciparam as prazos ne divulgaram que os ônibus começariam a chegar a partir do mês de dezembro..

O prefeito foi convidado pelas empresas para verificar a montagem dos ônibus e observar se tudo estava conforme o contrato.

Os vereadores também foram convidados, segundo declaração do presidente da Casa.

Na ida do prefeito os edis não puderam formar uma comissão para acompanhar o executivo atendendo o convite das empresas.

No início, praticamente, da segunda quinzena de novembro, a Câmara Municipal decidiu ir fiscalizar a montagem dos ônibus, verificar se tudo estava como foi contratado.

Formou uma comissão de quatro vereadores, segundo declarações e também convidou alguns radialistas e jornalistas para os acompanharem.  Todas as despesas por conta do Legislativo feirense.

Quando os vereadores chegam a São Paulo, alguns ônibus já estavam a caminho de Feira de Santana. Não deu para entender que tipo de fiscalização poderia ser realizada, para justificar o gasto do dinheiro público.

Mesmo porque, antes de marcar a viagem o presidente da Casa Legislativa divulgou oficialmente que todas as gratificações seriam cortadas no mês de dezembro, para ajuste financeiro nesse final de período legislativo.

Não foi uma boa notícia de natal para os servidores contemplados com o corte.

Mas teve recursos para bancar a viagem para São Paulo e pagar diárias. O fato está sendo chamado como “natal encantado”.

Existem muitos outros comportamentos na prática política em Feira de Santana que, sem qualquer margem de dúvidas, poderiam passar por uma análise psiquiátrica. Cabe ao povo coletar, relacionar, juntar e anotar esses fatos com maior interesse, e de forma civilizada, ética e racional, se manifestar no seu momento maior. O da escolha.

cljornal/CL

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