Fragilidade e desespero político leva Colbert a cooptar petistas/por Carlos Limas

Share on whatsapp
WhatsApp
Share on twitter
Twitter
Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on linkedin
LinkedIn
Share on email
Email

O  ex-vereador Beldes Ramos (PT), agora ex-petista, foi nomeado pelo prefeito Colbert Martins da Silva Filho para o cargo de Chefe da Divisão de Apoio ao Magistério, na Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana.

As negociações aconteceram de forma sigilosa, evidentemente culminando com o apoio de Beldes ao projeto de reeleição do prefeito Colbert.

O mentor de ex-petista, deputado federal e pré-candidato a Prefeitura de Feira de Santana, Zé Neto (PT), não quis se manifestar  sobre a decisão do seu ex-pupilo e quando indagado disse apenas: “sem comentários”.

Zé Neto vem liderando as últimas pesquisas entre os pré candidatos à Prefeitura de Feira de Santana.

Com deficiência de carisma e popularidade o prefeito Colbert Martins não conseguirá chegar a um provável segundo turno se depender apenas de sua capilaridade eleitoral.

Precisará desesperadamente do apoio do ex-prefeito José Ronaldo e de uma coligação de partidos que possua densidade eleitoral.

Não resta dúvidas que essa será a mais difícil campanha eleitoral que José Ronaldo enfrentará para se manter no poder do município.

Ele não será candidato e tem três nomes que avançam eleitoralmente contra a sua presumível hegemonia política, através do seu  candidato.

São eles: Zé Neto, Targino Machado e Carlos Geilson.

E, evidentemente as denúncias de uma administração desgastada, permeada  de atos suspeitos de corrupção na saúde, no transporte coletivo, no sistema de Limpeza Pública, entre outras.

Diante das pesquisas divulgadas, seria precipitado dizer que a vitória estaria bafejando o grupo que há 20 anos comanda os destinos políticos , financeiros, administrativos e educacionais do município, pelo simples fato de que o líder maior do grupo ainda não se manifestou oficialmente, é a crença de que ele decidirá a eleição.

A possibilidade de uma junção de parte de lideranças oposicionistas, poderá escrever uma nova história, mesmo porque, é o momento de mudar.

Carlos Lima

OUTRAS NOTÍCIAS