Carlos Lima
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Feira
Carlos Lima | Publicado em 07/12/2017 às 17:20:28

PL inclui o Dia dos Jovens Cristãos no Calendário Oficial do Município

PL inclui o Dia dos Jovens Cristãos no Calendário Oficial do Município

A Câmara Municipal de Feira de Santana aprovou, na manhã de quarta-feira (06), em primeira discussão e por maioria dos presentes e uma abstenção, do edil Edvaldo Lima (PP), o Projeto de Lei de nº 218/2017, de autoria do vereador Isaías de Diogo (PSC), que inclui no Calendário Oficial do Município o “Dia dos Jovens Cristãos”, a ser comemorado anualmente no segundo domingo de marco.

De acordo com o projeto de Lei, nesse dia serão realizados: campanhas de orientação sobre convívio social e famíliar; respeito ao próximo; estudos sobre a bíblia e evangelização; visita comunitária a asilos e hospitais; arrecadação de roupas e alimentos para doação e distribuição de “sopão” à comunidade e campanhas de interesse público.

0 Poder Público Municipal apoiará as referidas iniciativas no que for possível e respeitada a conveniência e oportunidade da Administração.

É mais um projeto seletivo e político apresentado na Câmara municipal.

Dia do Jovem Cristão é de todos os jovens que acreditam em Cristo e praticam os seus ensinamentos, será?

Entretanto pode ele ser classificado como um projeto oportunista que, entre outros com esse mesmo viés, procura consolidar a exploração religiosa, confrontar católicos e reformistas, aparelhar igrejas evangélicas para campanhas políticas, além de fortalecer pastores para negociação eleitoral.

Os políticos que se dizem protestantes ou evangélicos, na sua maioria o são por conveniência política.

É nada mais, nada menos, do que uma forma de influenciar os voto dos fiéis  com maior facilidade e menor custo.

Alguns políticos que nunca foram religiosos praticantes, se converteram e se transformaram em pastores da noite para o dia e passaram a ser donos de Igrejas. (Congregações como dizem)

Outros manipulam os pastores em troca de cargos, empregos e mimos.

Mesmo sendo um país laico, o surgimento dessas Igrejas que proliferam nas comunidades mais pobres e carentes, deveria ser regulamentada, rigorosamente fiscalizada e incluídas na legislação fazendária, ou seja, obrigada a pagar todos os impostos que outras entidades são obrigadas.

A maioria dessas Igrejas independentes exploram seus fiéis, não paga funcionário e  apresentam uma desculpa criminosa dizendo q afirmando ser uma obra de Deus. Mas não sabem explica como seus pastores enriquecem tão rapidamente.

Esses políticos e pastores e Igrejas movimentam grandes somas sem nenhum controle e são isentos de  impostos.

Chegou a hora de acaba com essa farra com o nome de Deus.

cljornal

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