Carlos Lima
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Feira
Carlos Lima | Publicado em 28/06/2017 às 17:45:17

Preso acusado de participar de apedrejamento e incêndio de automóvel da fiscalização ao transporte clandestino

Preso acusado de participar de apedrejamento e incêndio de automóvel da fiscalização ao transporte clandestino Ele foi reconhecido na delegacia por uma testemunha do atentado

Preso e autuado em flagrante, poderá ser encaminhado ao Conjunto Penal nas próximas horas um dos responsáveis pelo apedrejamento e incêndio de um automóvel da Secretaria Municipal de Transportes e Transito (SMTT) usado na fiscalização e combate ao transporte clandestino de passageiros em Feira de Santana.

Trata-se de Edmilson Gonçalves da Silva. Ele foi reconhecido na delegacia por uma testemunha do atentado. Encontra-se preso a disposição da Justiça acusado de depredação e dano ao patrimônio público, conforme o artigo 163 do Código Penal. O delito ocorreu nesta terça-feira, 27, por volta das 8h30, no bairro Viveiros.

No período da tarde, o sargento Jean Marlus Morais da Silva, da Polícia Militar, foi informado que um dos envolvidos se encontrava na praca do Viveiros. Ao se dirigir ao local, encontrou o indivíduo, confirmou as suas características e lhe deu voz de prisão, conduzindo-o para as providências da Polícia Civil.

Apresentado na Delegacia as 16h, Edmilson negou ter participado do apedrejamento, mas foi desmentido por uma testemunha, que afirma te-lo visto “de pedra na mão” e atacando o veículo. Então, a delegada Bianca Torres Andrade lavrou o flagrante.

A ação criminosa da qual participou Edmilson Goncalves se deu quando fiscais da SMTT realizavam uma operação padrão para coibir o transporte clandestino de passageiros. Os responsáveis pelo “ligeirinho” incitaram passageiros contra a fiscalização, dando início a depredação e, em seguida, ao incêndio.

O secretário de Transportes e Transito do Município, Saulo Pereira Figueiredo, que é capitão da Polícia Militar, afirma que o combate a prática ilegal de transporte clandestino será “efetivo e intenso”. Segundo ele, este é um mal antigo, disseminado, mas que “precisa ser atacado sob risco do desordenamento do serviço, o que prejudica a administração, por causar uma concorrência delituosa e desleal contra as empresas que prestam o serviço de forma oficial, mas principalmente por colocar em risco a vida dos usuários”.

Secom

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