Carlos Lima
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Carlos Lima | Publicado em 09/03/2019 às 10:52:48

Professores de Feira de Santana podem entram em greve por tempo indeterminado

Professores de Feira de Santana podem entram em greve por tempo indeterminado ASSEMBLÉIA DOS PROFESSORES

Os professores da rede municipal de Feira de Santana (distante a 109 km de Salvador) iniciam na próxima segunda-feira, 11, uma greve por tempo indeterminado.

A decisão foi decretada em assembleia realizada na quinta, 7.

Conforme o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), a categoria reivindica 4,17% de reajuste, reformulação do plano de carreira, aumento da função gratificada de diretores, restabelecimento do convênio com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), entre outros.

“O governo municipal ainda não deu resposta sobre a pauta de reivindicações protocolada em 27 de novembro de 2018, onde o prefeito do município solicitou 15 dias para uma resposta, e até o momento não retornou às nossas reivindicações”, informou o sindicato, por meio de nota.

Ainda conforme a APLB, os docentes também reclamam contra a falta de estrutura, materiais de limpeza, merenda, carteiras e professores, além de outros problemas que impediram o início do ano letivo em diversas escolas do município.

Em nota, a prefeitura de Feira de Santana, informou na sexta-feira, 8, que vai cumprir o reajuste previsto pelo Ministério da Educação (MEC) para o piso salarial.

O prefeito Colbert Martins Filho chamou a atenção da APLB para a gravidade de uma paralisação da categoria.

“Estamos em período de exame do Ideb 2019. Esta é uma avaliação dos nossos alunos, mas também algo intrinsecamente vinculado ao desempenho dos professores. Não há aluno bem sucedido, sem que esteja sob o acompanhamento de um professor capaz e dedicado”, informou o gestor, por meio de nota da Secretaria de Educação de Feira de Santana (Seduc).

Colbert Martins lembra também que o município está em dia com os compromissos salariais dos professores.

Ele reiterou que vai adotar “todas as medidas legais e possíveis” para manter as aulas.

Secom

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