Tratado como povo, José Carneiro se rebela/por Carlos Lima

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Grande parte dos representantes do povo só se manifesta quando são atingidos pessoalmente.

Comprovando tal procedimento, o vereador José Carneiro (PSDB) presidente do Legislativo do Município de Feira de Santana deu provas cabais em discurso na Tribuna da Casa.

Além de reclamar do valor absurdo, segundo ele, do guincho que fez a remoção do veículo de sua esposa por estacionar em local proibido, demonstrou revolta na cobrança da taxa de R$200,00.

Entretanto durante o processo de contratação da empresa para atuar no município poucos foram os edis que se pronunciara sobre os valores que seriam cobrados na utilização dos guinchos.

Por outro lado, continua sem resposta plausível os gastos de 2 milhões de reais, realizados pela mesa da casa, nos serviços de limpeza da Câmara Municipal.

Como também, 3 milhões de reais em cartão alimentação, os quais não são entregues a uma parte de assessores, quem têm direito por Lei. E segundo comentários de bastidores, frações dos vereadores ficam com os cartões e os utilizam em benefício próprio.

Porque José Carneiro só agora percebeu que o serviço de guincho contratado pela prefeitura é uma máquina de fazer dinheiro.

Esqueceu que a administração financeira no legislativo feirense sofre dessa mesma desconfiança levantada por ele?

Foi preciso apenas R$200,00 para que ele tivesse amnésia e se alto revelasse?

A bem da verdade, quando se é obrigado a cortar na própria carne a indignação aflora, infelizmente o mesmo processo de revolta não se manifesta quando as injustiças são praticadas contra aqueles que os elegeram e que eles têm a obrigação constitucional de defendê-los em nome dos interesses da coletividade.

Essa, portanto, é a verdadeira  face dos falsos defensores do povo.

Carlos Lima

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