Carlos Lima
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Internacional
Carlos Lima | Publicado em 20/11/2019 às 09:32:28

Comportamento de Trump no caso Ucrânia foi ‘inadequado’, diz assessor

Comportamento de Trump no caso Ucrânia foi ‘inadequado’, diz assessor Presidente dos EUA, Donald Trump (Foto: REUTERS/Tom Brenner)

 Alexander Vindman, assessor da Casa Branca, disse que o comportamento de Trump foi inadequado ao pedir que o presidente ucraniano, Vladimir Zelenski”, investigasse seu rival, Joe Biiden, um dos mais fortes pré-candidatos do Partido Democrata à sucessão presidencial.

Eu estava preocupado com a ligação. O que ouvi foi inapropriado. Era inapropriado para o presidente dos Estados Unidos exigir que um governo estrangeiro investigasse um oponente político”, disse Vindman, durante audiência pública na investigação da Câmara dos Representantes para abrir um julgamento político contra Trump.

As investigações da Câmara buscam determinar se Trump bloqueou intencionalmente a entrega de ajuda militar de US$ 400 milhões à Ucrânia para conseguir uma investigação em Kiev sobre os negócios do ex-presidente Biden e seu filho Hunter naquele país.

Em seu depoimento, Vindman argumentou que este ano ele percebeu que o então procurador-geral ucraniano, Yuri Lutsenko, e o advogado pessoal de Trump, Rudy Giuliani, “promoveram uma narrativa falsa que prejudica a política dos EUA na Ucrânia”.

O tenente-coronel do Exército também quis deixar claro que os militares servem o país, não “qualquer partido político em particular”.

Além disso, Vindman descreveu como “repreensíveis” os ataques a funcionários públicos que estão testemunhando no Congresso. “Gostaria de dedicar um momento para reconhecer a coragem dos meus colegas que compareceram e estão programados para comparecer perante esse comissão. Quero deixar claro que os ataques vis contra esses funcionários públicos distintos e honrados são repreensíveis”, disse Vindman.

 Alexander Vindman, assessor da Casa Branca, disse que o comportamento de Trump foi inadequado ao pedir que o presidente ucraniano, Vladimir Zelenski”, investigasse seu rival, Joe Biiden, um dos mais fortes pré-candidatos do Partido Democrata à sucessão presidencial.

Eu estava preocupado com a ligação. O que ouvi foi inapropriado. Era inapropriado para o presidente dos Estados Unidos exigir que um governo estrangeiro investigasse um oponente político”, disse Vindman, durante audiência pública na investigação da Câmara dos Representantes para abrir um julgamento político contra Trump.

As investigações da Câmara buscam determinar se Trump bloqueou intencionalmente a entrega de ajuda militar de US$ 400 milhões à Ucrânia para conseguir uma investigação em Kiev sobre os negócios do ex-presidente Biden e seu filho Hunter naquele país.

Em seu depoimento, Vindman argumentou que este ano ele percebeu que o então procurador-geral ucraniano, Yuri Lutsenko, e o advogado pessoal de Trump, Rudy Giuliani, “promoveram uma narrativa falsa que prejudica a política dos EUA na Ucrânia”.

O tenente-coronel do Exército também quis deixar claro que os militares servem o país, não “qualquer partido político em particular”.

Além disso, Vindman descreveu como “repreensíveis” os ataques a funcionários públicos que estão testemunhando no Congresso. “Gostaria de dedicar um momento para reconhecer a coragem dos meus colegas que compareceram e estão programados para comparecer perante esse comissão. Quero deixar claro que os ataques vis contra esses funcionários públicos distintos e honrados são repreensíveis”, disse Vindman.

Alexander Vindman e Jennifer Williams são dois dos oito funcionários que testemunharão esta semana no Congresso sobre o “caso da Ucrânia”

 EFE

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