Carlos Lima
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Internacional
Carlos Lima | Publicado em 26/09/2017 às 10:39:55

JIM MATTIS: ‘Mantemos nossa capacidade de deter ameaças mais perigosas’

JIM MATTIS: ‘Mantemos nossa capacidade de deter ameaças mais perigosas’ Secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, durante reunião na Índia (Foto: Manish Swarup/AP Photo)

Esforços diplomáticos para lidar com a crise provocada pelos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte continuam, disse o secretário de Defesa norte-americano, Jim Mattis, nesta terça-feira (26).

Mattis, que está em uma viagem oficial de dois dias à capital da Índia para fortalecer os laços militares, disse que a pressão sobre a Coreia do Norte aumentou desde a imposição de uma nova resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Continuamos a manter os esforços liderados pela diplomacia na ONU”, disse o secretário a repórteres em Nova Délhi.

“Vocês viram resoluções aprovadas por unanimidade no Conselho de Segurança da ONU que aumentaram a pressão… sobre a Coreia do Norte, e ao mesmo tempo nós mantemos nossa capacidade de deter as ameaças mais perigosas da Coreia do Norte”, acrescentou.

Declaração de guerra

O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou guerra contra o seu país ao dizer que ele e o líder norte-coreano não se manteriam no cargo por muito tempo. O governo norte-americano nega ter declarado guerra.

Ele se referia a uma declaração feita por Trump no Twiter: “Acabei de ouvir o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte falar nas Nações Unidas. Se ele faz eco dos pensamentos do homenzinho do foguete [referindo-se a Kim Jong Un], eles não estarão por aí por muito mais tempo!”.

No sábado (23), Ri Yong Ho comentou o discurso do presidente americano em sua fala na Assembleia Geral da ONU. Para o chanceler da Coreia do Norte, Trump demonstrou ser “um transtornado mental que está repleto de megalomania”. No seu discurso, por sua vez, Trump afirmou na terça-feira (19) que destruiria a Coreia Norte “se não tivesse escolha”.

G1

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