Carlos Lima
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Internacional
Carlos Lima | Publicado em 13/07/2017 às 11:39:52

Trump chega à França para série de compromissos com Macron

Trump chega à França para série de compromissos com Macron Trump encontra Macron em Paris

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta quinta-feira (13) a Paris, na França, onde terá uma agenda repleta de compromissos com o anfitrião, Emmanuel Macron.

Ao lado de sua esposa, Melania, Trump já foi a uma cerimônia de comemoração da entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial ao lado dos “Aliados” no Museu des Invalides. Macron e sua esposa Brigitte receberam o casal no local.

De lá, os dois presidentes partiram para uma reunião bilateral no Palácio do Coliseu, onde será realizada uma coletiva de imprensa. À noite, os dois casais irão fazer um jantar no restaurante “Jules Verne”, que fica no segundo andar da Torre Eiffel.

O republicano foi convidado por Macron para participar da Parada que lembra a Queda da Bastilha e que ocorre no país nesta sexta-feira (14). Além disso, em 2017, celebram-se os 100 anos da entrada norte-americana na Primeira Guerra.

Apesar das posturas opostas em diversos temas, especialmente, nas questões climáticas e de comércio internacional, Macron tem sido um dos interlocutores europeus para tentar “mudar ideias” do norte-americano.

– Merkel: Trump chegou a Paris no mesmo dia em que a sua “rival”, a chanceler alemã, Angela Merkel, participou dos encontros bilaterais franco-alemães sobre a Segurança. Questionada sobre a visita do magnata, Merkel destacou que “as diferenças com os EUA são decepcionantes”.

“Também nós recebemos o presidente norte-americano no G20 de Hamburgo. Entre nós, há pontos de entendimento, como na luta ao terrorismo, mas também precisamos esclarecer as diferenças como a saída deplorável dos EUA sobre o acordo do clima de Paris. Não ignoramos as divergências, mas isso não significa que não devemos falar”, disse a chanceler alemã.

Quando foi perguntada sobre a luta contra o terrorismo, Merkel lembrou que a “Europa não pode vencer sozinha” e que “nunca devemos esquecer que a história é muito maior que nós”.

Ansa

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