Carlos Lima
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Nacional
Carlos Lima | Publicado em 04/05/2017 às 16:16:17

TEMER CHAMA EXÉRCITO AMERICANO PARA ATUAÇÃO INÉDITA NA AMAZÔNIA

Começou a posse.

TEMER CHAMA EXÉRCITO AMERICANO PARA ATUAÇÃO INÉDITA NA AMAZÔNIA Temer chama Exercito Americana para a Amazônia. Estamos roubados

Depois de abrir o pré-sal para multinacionais do petróleo e decidir vender até terras brasileiras a estrangeiros, o governo de Michel Temer superou sua política de entreguismo.

O governo convidou o exército dos Estados Unidos para uma atuação inédita na Amazônia: um exercício militar na tríplice fronteira amazônica entre Brasil, Peru e Colômbia, que também fica próximo da Venezuela, em novembro deste ano.

Segundo o Exército, a Operação América Unida terá dez dias de simulações militares comandadas a partir de base multinacional formada por tropas dos três países da fronteira e dos Estados Unidos, informa reportagem da BBC.

“Descrita pelas Forças Armadas como uma experiência inédita no Brasil, a base internacional temporária abrigará itens de logística como munição, aparato de disparos e transporte e equipamentos de comunicação, além das tropas.

O Exército afirma que também convidou ‘observadores militares de outras nações amigas e diversas agências e órgãos governamentais'”, diz trecho da reportagem da agência britânica.

“Com uma atividade como essa, busca-se desenvolver conhecimentos, compartilhar experiências e desenvolver confiança mútua”, afirmou a corporação à BBC.

O Exército brasileiro negou que a atividade sirva como embrião para uma possível base multinacional na Amazônia, como aconteceu após o exercício da Otan na Hungria em 2015, da qual o Brasil participou como observador.

Em 2015, um porta-aviões americano passou pela costa do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro para treinamento da Força Aérea Brasileira (FAB).

“Entre as metas da operação prevista para novembro, segundo o Exército brasileiro, estão o aumento da ‘capacidade de pronta resposta multinacional, sobretudo nos campos da logística humanitária e apoio ao enfrentamento de ilícitos transnacionais'”, diz ainda a reportagem (leia aqui a íntegra).

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