Carlos Lima
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Polícia
Carlos Lima | Publicado em 04/11/2016 às 09:19:19

Medo define vida da jovem que dividiu cela com 30 homens no Pará

Medo define vida da jovem que dividiu cela com 30 homens no Pará Menina de 15 anos presa com 30 homens em uma cela

Hoje, nove anos depois, a vítima leva uma vida desprotegida, afastada de parentes, a mais de 3.000 km do Pará, segundo a Folha de S. Paulo.

A jovem de 24 anos largou o estudo, não tem uma profissão e vive rodeada pelo medo e insegurança. Segundo informações de pessoas próximas, ela foi afastada de programas de proteção, é dependente de crack e teme morrer nas mãos de traficantes. A jovem ainda evita falar sobre o tempo que dividiu uma cela masculina.

O que ela sofreu é tão desumano que eu não sei se ela um dia vai se recuperar. Eu, no lugar dela, teria morrido”, diz Renata, funcionária de uma ONG que a acolheu.

Segundo o relato da voluntária ao jornal Folha de São Paulo, a jovem “é amorosa com todos”, mas costuma ser “agressiva quando se sente rechaçada, humilhada”.

No mês passado, o drama vivido ganhou destaque quando a juíza do caso, Clarice Maria de Andrade, foi afastada da magistratura por dois anos pelo Conselho Nacional de Justiça. A juíza não dá entrevistas sobre o ocorrido. (N,ao,M)

A punição da Juíza é insignificante diante do que ela fez com a vida dessa adolesceste, na época, hoje com 24 anos.

Como o CNJ chegou a essa punição? Se estivesse julgado uma pessoa tida comum, a pena seria esta?

Como o cidadão pode acreditar na justiça, isto é uma vergonha para a magistratura. Esse tipo de corporativismo é o mais anacrônico e vergonhoso que não deveria existir no Poder Judiciário.

Essa juíza cometeu um assassinato deixando a vítima respirando, matou sem tirar a vida. Este é mais um tipo de crime hediondo (cljornal)

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