Carlos Lima
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Polícia
Carlos Lima | Publicado em 17/07/2018 às 15:52:25

Processo sobre fraude na campanha do desarmamento em Feira está em fase de conclusão

Processo sobre fraude na campanha do desarmamento em Feira está em fase de conclusão Clovis considerado um dos mentores do golpe

O Ministério Público Federal (MPF) tem até o próximo dia 25 de julho para apresentar as alegações finais, no processo que apura fraude na campanha do desarmamento em Feira de Santana.

O prazo foi estipulado pela juíza federal Adriana Hora Coutinho de Paiva, que atua como substituta na ação.

O processo apura a denúncia de fraude na campanha do desarmamento tem entre os réus Clovis Nunes, ex-coordenador da ONG Mov Paz Brasil, apontado pela Polícia Federal (PF) como mentor do golpe.

Clovis Nunes e outras seis pessoas, entre elas dois oficiais da Polícia Militar (PM), foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) acusados de fraudarem a campanha do desarmamento do Ministério da Justiça.

A operação Vulcano da Polícia Federal (PF) foi realizada em novembro de 2013.

Nesta fase da ação, a defesa dos réus e o MPF estão apresentando suas alegações finais.

Em seu último despacho, a juíza federal Adriana Hora Coutinho de Paiva também negou a retirada dos autos do cartório, solicitada pela defesa de Elisclei Fontes Macêdo.

GOLPE

De acordo com a investigação da PF, o golpe era feito com a inserção fraudulenta de dados de armas inexistentes no sistema “Desarma” para gerar um pagamento.

A PF apontou ainda o cadastramento de armas artesanais como se fossem de fabricação industrial, a fim de gerar valores que podiam variar de R$ 150 a R$ 400.

Os réus na ação penal são: Martinho Antônio Nunes, Robson Santana de Souza, Elisclei Fontes Macedo, Carlos Alberto de Souza Nunes (irmão de Clovis), Danilo Ferreira do Nascimento, além do próprio Clovis de Souza Nunes.

O site Olá Bahia teve acesso ao despacho da juíza federal Adriana Hora Coutinho de Paiva, mas não conseguiu conversar com a defesa de nenhum dos acusados.

Fabrício Almeida

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