Carlos Lima
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Polícia
Carlos Lima | Publicado em 07/12/2017 às 15:56:04

Suspeito reage à prisão e morre em operação da PF

Suspeito reage à prisão e morre em operação da PF Erik da Silva Ferraz é foragido da justiça de São Paulo e ostentava vida luxuosa em Maceió; ele reagiu à prisão. Quatro pessoas foram presas.

Um foragido da Justiça de São Paulo morreu baleado durante uma operação da Polícia Federal realizada na manhã desta quinta-feira (7), em Alagoas. A Operação Duas Faces investiga suspeitos de lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas e falsidade ideológica. Quatro pessoas foram presas.

Foram cumpridos 9 mandados de busca e apreensão, 5 de prisão preventiva e 3 de condução coercitiva, além de sequestro de bens e valores, todos expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. As buscas acontecem em Maceió e na Barra de São Miguel.

Segundo a PF, o principal investigado era Erik da Silva Ferraz, que morreu baleado. Ele assumiu a identidade falsa em Alagoas em nome de Bruno Augusto Ferreira Junior e atuava como empresário na capital, onde ostentava um padrão de vida elevado. A polícia disse ainda que ele era integrante de uma facção criminosa que age dentro e fora dos presídios de São Paulo.

Diversos bens como carros de luxo, embarcações e imóveis de alto padrão estão sendo objeto de sequestro e apreensão. A PF também apreendeu dinheiro em moeda nacional e estrangeira, além de fotos que comprovam a vida luxuosa dos investigados.

Segundo a PF, na casa de um dos laranjas, foi apreendida a quantia de US$ 500.000,00. A polícia acredita que há contas existentes em paraíso fiscal. A PF informou que vai rastrear a origem do dinheiro.

Participaram da ação cerca de 60 policiais federais, além de 20 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE). A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) deu apoio à ação.

Os presos e todo o material apreendido serão encaminhados à sede da PF no bairro de Jaraguá, em Maceió. Os investigados serão indiciados pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de falsidade ideológica.

G1

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