Carlos Lima
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Política
Carlos Lima | Publicado em 10/11/2015 às 11:16:50

A LUTA PELO SEGUNDO TURNO PARA PREFEITO EM FEIRA DE SANTANA

A LUTA PELO SEGUNDO TURNO PARA PREFEITO EM FEIRA DE SANTANA Carlos Lima e o governador Rui Costa

A esperança de segundo turno em Feira de Santana, contra a reeleição do prefeito José Ronaldo de Carvalho, passa pelo numero de candidatos e prováveis rompimentos de parte dos que se dizem aliados do próprio prefeito.

Os prováveis pré-candidatos, Ângelo Almeida ou Celso Pereira pelo PSB; Zé Neto, eterno candidato do PT; José de Arimatéia, PRB; Colbert Martins, PMDB; Jhonatas Honatas Monteiro ou Jânio Rêgo; Irmão Lázaro, PSC; Fernando Torres, PSD e Leonardo Pedreira do PCO.

Mas, ainda existe a possibilidade do surgimento de outros pré-candidatos por siglas menores.

Destes pré-candidatos o Irmão Lázaro poderá não sair candidato e apoiar a reeleição de Ronaldo.

Um nome que, comenta-se, corre por fora, mesmo fazendo parte da base de apoio do prefeito é do presidente da Câmara, vereador Ronny, que se não for candidato a prefeito concorrerá a uma vaga na Assembleia Legislativa. Inclusive o seu principal articulador é o ex-deputado estadual Humberto Cedraz.

Esforços e investimentos na área de comunicação estão nos projetos para 2016. Se Ronny não for candidato a prefeito agora, na próxima, se tudo correr como planejado ele será o candidato.

Aguardem. Algumas novidades podem surgir nesse emaranhado de vaidades e corridas para a conquista do maior poder político do município.

É preciso não subestimar o entendimento da conjuntura política de Feira de Santana, nesse momento.

O pensamento e as análises devem ser imparciais. Não exponhas as pretensões de fazer opinião favorável aos projetos individuais.

Mesmo que exista um segundo turno, o prefeito José Ronaldo mantendo o desempenho e com algumas obras estruturantes em andamento, será praticamente imbatível.

Não duvidem e não se enganem. Se Ronaldo não fosse a maior liderança política de Feira de Santana, aqueles que vaidosamente se alto proclamavam, não teriam feito alianças e não estavam fazendo parte do governo.

Renegar tudo isso agora seria um tiro no pé e estariam criando discursos para José Ronaldo.

Fazer ilações é uma coisa, saber e encarar a realidade é outra completamente diferente.

Carlos Lima

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