Carlos Lima
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Política
Carlos Lima | Publicado em 27/07/2018 às 17:00:19

Será que existem psicopatas em nosso cenário político e judicial? Por Afrânio Silva Jardim

Será que existem psicopatas em nosso cenário político e judicial? Por Afrânio Silva Jardim ESTE É O AFRANIO

Não são considerados doentes e podem ter vários graus ou níveis. Sem darmos conta, muitas vezes nos relacionamos com psicopatas. São muitos e, por vezes, quase que inofensivos.

Esta mensagem tem por escopo não só alertar os nossos leitores sobre o perigoso convívio com estas pessoas, como também indagar se os sintomas mencionados abaixo podem levar a suspeitar de algumas pessoas que estão agora em evidência em nossa sociedade. Opinem!!!

Na grande imprensa, também vamos encontrar a subserviência aos patrões, despreparo e “venda de consciências”.

Robert Hare levou investigações criminais por mais de quatro décadas, dedicando a maior parte dos seus estudos para a psicopatia. Dentre outros sintomas, o pesquisador destaca os seguintes:
“Os psicopatas têm uma visão de si mesmos e das suas habilidades e valor muito inflado. Eles tendem a ser teimosos e arrogantes e acreditam que são superiores as outras pessoas.

Eles são muito confiantes, arrogantes, não se consideram nunca fracassados socialmente e não se preocupam com a sua situação atual.

O grau de mentira patológica pode variar de moderada a alta. De maneira moderada, estes indivíduos são simplesmente astuto, inventivos com o que eles dizem; em forma extrema, eles são enganosos, fraudes, obscuros, manipuladores e sem escrúpulos.

As mentiras e enganos são uma parte essencial dos psicopatas e as interações com os outros. Além de fingir conhecimentos em muitas áreas, eles fazem promessas que não cumprem e as afirmações que contradizem o seu comportamento. Eles têm uma grande facilidade para mentir e uma ausência de culpa sobre isso.

O uso do engano para manipular os outros é diferente do item anterior na lista porque atinge níveis excessivos de crueldade. Essas pessoas exploram as outras sem escrúpulos, com uma falta de preocupação e empatia pelos sentimentos e sofrimento das suas vítimas.

Pessoas com transtorno de personalidade psicopático não tem sentimentos ou preocupação com as perdas, dor ou sofrimento das suas vítimas. Eles tendem a ser descuidados, não mostram paixão, a ser frios e nada empáticos. Eles mostram um total desrespeito pelas suas vítimas, citando como “seria insensato não explorar as fraquezas dos outros.”

“Os psicopatas não parecem preocupados nem mostram interesse pelas consequências das suas ações ou pelos efeitos do seu comportamento sobre os outros. Às vezes, eles podem verbalizar sentimentos de culpa para tentar mostrar empatia, mas as suas ações não correspondem ao que eles dizem.

As pessoas com psicopatia sofrem uma pobreza de emoções e uma gama muito limitada de sentimentos. Eles podem mostrar a calidez, mas é apenas superficial; nas suas relações interpessoais eles são frios apesar de que apresentam sintomas abertos de sociabilidade. Mostram uma incapacidade de expressar emoções intensas e, quando expressam algum tipo de sentimento ou emoção, é dramaticamente e superficial.

Estes indivíduos parecem completamente incapazes de assumir o lugar dos outros e imaginar o sofrimento das suas manipulações e mentiras. Se alguma vez conseguem apreciar o que os outros sofrem por sua culpa nunca é uma apreciação emocional, mas puramente lógica, intelectual.

Estas pessoas tendem a ter sempre uma desculpa para explicar o seu comportamento. Eles negam as suas responsabilidades e atribuem coisas que acontecem a causas externas (“A sociedade, a família, o sistema legal…).”

Afrânio Silva Jardim. Foto

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