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Carlos Lima | Publicado em 03/01/2018 às 16:05:24

Upa e policlínica municipais apresentam altos índices de resolutividade em atendimentos emergências

Upa e policlínica municipais apresentam altos índices de resolutividade em atendimentos emergências Para cada grupo de mil pacientes em policlínicas e na UPA Mangabeira, apenas um é transferido

Aproximadamente 0,1% dos pacientes atendidos nas oito policlínicas do município e na Unidade de Pronto Atendimento 24 horas (UPA) localizada no bairro Mangabeira foram transferidos para hospitais da rede pública em Feira de Santana. Esse percentual corresponde a transferência de apenas um paciente por cada grupo de mil pessoas assistidas nas unidades municipais.

Este número, que faz parte de uma ampla estatística elaborada pela Secretaria Municipal de Saúde no período de janeiro a novembro de 2017, traz à luz uma realidade: unidades públicas de atendimento de média e alta complexidade como o Hospital Geral Clériston Andrade, ao contrário do que se especula, não são sobrecarregadas por pacientes transferidos das policlínicas e da UPA vinculadas a Prefeitura de Feira de Santana.

Apenas nestas unidades, os números equivalem a uma média diária de acolhimentos que passa de 2,5 mil – isto não contabilizando os atendimentos de dezembro, que ainda estão sendo consolidados. Neste período, juntas, as unidades prestaram 855.923 atendimentos. Técnicos da Secretaria da Saúde estimam que até o dia 31 de dezembro o número de pessoas atendidas nestas unidades se aproxime de um milhão.

RESOLUTIVIDADE

Os dados da Secretaria Municipal de Saúde revelam ainda um outro detalhe importante: o alto índice de resolutividade das policlínicas e da UPA. Afinal, das quase 856 mil pessoas atendidas nesses locais, somente 887 foram removidas para unidades especializadas, notadamente o HGCA. “É um quadro confirmado nos números que são registrados ao longo do ano. Mostram que estas unidades funcionam muito bem e que elas não sobrecarregam, absolutamente, o Clériston Andrade”, afirma a secretária Denise Mascarenhas .

Segundo a secretária, por meio das suas policlínicas, o Município vem prestando um atendimento eficiente nas emergências. “Quando a equipe percebe que a situação não está no perfil definido de atendimento na unidade, busca-se imediatamente a regulação para uma unidade onde o paciente receba o serviço adequado para o seu problema”.

Neste ano, a policlínica que fez o maior número de atendimentos foi a Dr. José Monteiro Pirajá, no Tomba, com 142.954, que correspondem a 16,7% de toda a demanda desta rede. A unidade é referência para todos os bairros localizados na zona sul e outros mais próximos do centro. Daí a grande demanda. Daquele total, 105 pacientes precisaram ser transferidos.

Por Secom

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