Carlos Lima
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Saúde
Carlos Lima | Publicado em 01/03/2018 às 10:20:54

Pernambuco faz campanhas de mobilização de doadores de medula óssea

Pernambuco faz campanhas de mobilização de doadores de medula óssea JLSiqueira

As campanhas de mobilização de doadores de medula óssea realizadas em Pernambuco apresentam resultados positivos. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pela Secretaria Estadual de Saúde, entre 2013 e 2017, o número de interessados cadastrados na hemorrede pública cresceu 173%.
Há cinco anos, 3.811 pessoas demonstravam disponibilidade para doar medula óssea, em caso de compatibilidade. No ano passado, o total de registros passou para 10.413 possíveis doadores.
Em 2017, o Hemocentro (HC) Recife registrou 6.148 novos possíveis doadores, As unidades captadoras da Fundação Hemope no interior receberam 4.265 novos cadastros. As centrais de Petrolina e Ouricuri, no Sertão, tiveram o melhor desempenho, com 908 registros cada.
Desde o primeiro transplante de medula óssea em Pernambuco, em 1999, foram realizados 1.968 procedimentos no estado, segundo a secretaria. Em 2017, ocorreram 225 procedimentos, 20% a mais do que no ano anterior.
Segundo a coordenadora de cadastramento de doadores de medula óssea do Hemocentro Recife, a assistente social Josiete Tavares, com o aumento de campanhas, foi possível alcançar mais pessoas. Para ela, no nentanto, ainda é preciso combater os mitos que envolvem a doação de medula óssea e o preconceito.

Como fazer

No Hemocentro Recife, o cadastramento de possíveis doadores é feito de segunda a sexta, das 8h às 17h. Para obter informações sobre outras unidades do estado, o interessado deve ligar para o telefone 0800.081.1535.

Para ser um doador é necessário ter entre 18 e 55 anos. O voluntário assina um termo de consentimento e preenche uma ficha com informações pessoais.

No local indicado, será retirada uma pequena quantidade de sangue (10 ml) do candidato a doador. É necessário apresentar um documento de identidade.

O sangue do possível doador será analisado em laboratório para identificar características genéticas que vão ser cruzadas com dados de pacientes que necessitam de transplantes para determinar a compatibilidade.

Todos os dados são incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Quando houver um paciente com possível compatibilidade, a pessoa será consultada para decidir se fará a doação.

 

G1

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