Carlos Lima
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Saúde
Carlos Lima | Publicado em 15/08/2018 às 10:03:30

Profissionais da UPA fazem treinamento de Suporte Básico de Vida

Profissionais da UPA fazem treinamento de Suporte Básico de Vida Capacitação suporte de vida

Os profissionais da Unidade de Pronto Atendimento do bairro Queimadinha (UPA) participaram de dois dias de capacitação para Suporte Básico de Vida.

O treinamento teve como objetivo reforçar procedimentos importantes em situações emergenciais que possam ocorrer dentro ou fora do serviço.

Manter a tranquilidade, observar a segurança do local em que a vítima está para que não ocorram outros acidentes ou tenham novas vítimas e acionar o Samu são algumas das orientações recebidas durante o treinamento que teve a colaboração da Liga do Trauma e Emergência da Faculdade Nobre.

A ação de iniciativa da Educação Permanente, teve o comando do enfermeiro Sebastião Edmilson Oliveira, que esteve ensinando técnicas de auxílio para a manutenção dos sinais vitais.

“O suporte básico de vida é utilizado em ocasiões de parada cardiorrespiratória ou situação de engasgo (obstrução de vias aéreas por corpos estranhos).

Essa atividade educativa é fundamental para que os funcionários da UPA, que não são profissionais de saúde, compreendam que todo cidadão precisa realizar conduta de primeiros socorros”, afirma o enfermeiro.

De acordo com o diretor médico da UPA, Denisval Cavalcanti, a capacitação visa disseminar conhecimentos básicos que devem ser prestados a uma pessoa com risco iminente de morte.

“Hoje todos os profissionais, independentemente de onde atuam, serviço geral, portaria, administração, têm condições de prestar o mínimo de suporte na unidade e na comunidade onde os mesmos residem.

E isso vai nos ajudar no dia a dia, porque torna a nossa equipe ainda mais capacitada”, ressalta.

O Suporte Básico de Vida é o conjunto de procedimentos técnicos que visam dar auxílio à vítima, realizando a manutenção dos sinais vitais.

As técnicas de primeiros socorros devem ocorrer até a chegada da equipe emergencial e os procedimentos não podem comprometer nem agravar a situação da vítima.

Secom

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