Lagarta ataca lavouras no Oeste da Bahia

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Apesar do empenho pessoal da presidente Dilma Rousseff, continua em estaca zero a luta dos Estados e produtores para conseguir uma simples liberação de licença para o registro do Benzoato de Emamectina, específico para combater a praga Helicoverpa zea, lagarta que atacava o milho, mas que agora atinge a soja e o algodão no cerrado baiano, causando prejuízos que podem chegar a R$ 1 bilhão.

 

O Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos formado por representantes dos ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Saúde, mesmo depois que a Secretaria de Defesa Agropecuária publicou a Portaria Nº 42, declarando emergência fitossanitária, mas ainda continua cobrando maiores explicações à Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri), Embrapa e associações de produtores para comprovar a eficácia dos produtos.

 

Quando tomarem uma decisão, poderá ser tarde, pois os dois produtos biológicos (Virus VPN HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e 3 químicos (Clorantraniliproli, Clorfenapyr e Indoxacarbe) que já possuem registro no Brasil, para uso no combate à praga são ineficazes neste caso, denuncia o secretário baiano Eduardo Salles.

 

Fonte: Bahia Negócios

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