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‘Pró-Semiárido’, do Governo da Bahia, continua entre os cinco melhores projetos cofinanciados no mundo

Na Bahia o pfrojeto pró-Semiárido está entre os cinco melhores do mundo

O projeto do Governo do Estado, Pró-Semiárido, está no ranking dos cinco melhores projetos, entre os mais de 200 cofinanciados pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), no mundo.

A afirmação foi do oficial de Programas do Fida no Brasil, Hardi Vieira, durante programação da Missão de Supervisão ao projeto, que segue até esta sexta-feira (12).

A Missão conta com a participação presencial e virtual da equipe do Pró-Semiárido e de consultores do Fida.

“Hoje, o projeto está entre os cinco melhores projetos Fida no mundo. Este ranking é altamente competitivo e o Pró-Semiárido vai continuar a ser um exemplo para o mundo”, ressaltou Hardi.

O Assessoramento Técnico Contínuo (ATC), como metodologia aplicada ao Pró-Semiárido, é um dos destaques apontados por consultores e consultoras do Fida.

Para eles, a metodologia é assertiva e tem sido responsável pelo sucesso da ação. Já os representantes das entidades de ATC, salientam que o projeto tem sido um laboratório de formação para a convivência com o Semiárido e articulação das políticas públicas no campo, além de ser responsável por provocar os técnicos e técnicas a lançar um olhar sobre a agricultura resiliente às mudanças climáticas.

A avaliação é positiva também pelos bons resultados das ações do projeto junto às famílias agricultoras do Semiárido da Bahia, mesmo com a adoção de rotinas diferenciadas de trabalho, por conta da pandemia.

Por isso, já está sendo sinalizada a possibilidade de extensão do prazo de execução do projeto por mais 18 meses.

Neste sentido, o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR, Wilson Dias, destacou o compromisso do Governo do Estado em assegurar que a ação do Pró-Semiárido reverbere, mesmo com o fim do prazo de implantação do projeto:

“Nós estamos convencidos que o tempo de maturação do projeto é algo que deveremos estar acompanhando. Não vamos abandonar os projetos. Eles vão continuar existindo. A partir do alicerce feito ele vai ter sucesso. E vamos fazer todo o esforço para que isso ocorra”.

Hardi Vieira enfatizou que o Fida está de acordo com a extensão do prazo e considera importante este tempo para melhor fluidez das ações. “Já temos conversado dentro do Fida sobre essa extensão de prazo e isso está bem encaminhado.

Estamos aguardando a resolução do Ministério da Economia, previsto para este mês de novembro. A missão está trabalhando com base na extensão de prazo até março de 2023”.

Avanços e resultados

Os consultores e consultoras relataram com entusiasmo os avanços e bons frutos que o projeto tem assegurado nas áreas social, produtiva e de gênero.

A resiliência climática, por meio de iniciativas como a do recaatingamento; preservação de sementes crioulas; inovação tecnológica, com implantação de sistemas de reuso de água cinza e esgoto total, além da formação continuada das famílias nas diversas áreas de atuação do projeto, tiveram boa avaliação do Fundo.

A equipe de consultores e consultoras já visitou, desde o início da missão (1º de novembro), experiências exitosas do projeto, em comunidades rurais dos municípios de Pilão Arcado, Remanso, Juazeiro, Curaçá, Uauá, Campo Formoso, Jacobina, Miguel Calmon, Itiúba e Filadélfia.

O grupo já conheceu também as obras do Armazém da Agricultura Familiar de Juazeiro, cuja execução está em fase de finalização.

Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR)

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