Questionar é crime?

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on google
Share on linkedin
Share on email

É interessante esta vida. A gente questiona coisas verídicas, coisas que estão ai para todo mundo ver e ainda é recriminado.

Este professor tem a fama de questionar tudo. Ora, só questionamos as coisas questionáveis e com certa razão, mas nunca dissemos que elas estão certas ou erradas, pois não sabemos a verdade. O que é a verdade?

Por exemplo, este professor questiona o limite de Euler em matemática, que alguns dizem que é dele mesmo, outros não. Mas se a matemática diz que um sobre o infinito é zero. Como é que um sobre o infinito mais um, elevado ao infinito é “e”? Perdão, mas isto é coisa de português, nos perdoe os nobres irmãos de Portugal, aquela terra tão linda, nossa avozinha, mas que é, é!

Nós continuamos a dar R$ 5000,00 (Cinco mil reais) para o gajo que vir a provar aquele teorema e até agora não apareceu ninguém e não é por que os professores de matemática gostam de mim, é por que o teorema é falho e temos até um livro sobre esta matéria, por sinal, censurado: “Memórias de um matematiqueiro- sobre um certo limite bem estranho”.

Nós questionamos se a camada de ozônio é na estratosfera.
Ora, quem diz que o ozônio é mais pesado que o ar, é a físico-química, não é este simples professor, de hidrologia. A tese contraria a ciência, ou não?

Nós questionamos, aliás, com uma pá de pessoas de muito bom censo, a ida do homem a lua na década de sessenta. Mas por quê?

Tudo baseado na ciência, que diz que a gravidade lunar é de 1,6 metros por segundo ao quadrado. Ora, aqueles movimentos dos astronautas, na lua, que quase que flutuam, são incompatíveis com a gravidade, que é muito alta. Para haverá aquela movimentação, quase que flutuante, seria necessário um campo gravitacional com a sua gravidade quase igual a zero.

Segundo, uma gravidade igual a esta jamais deixaria uma marca em uma rocha granítica igual à mostrada no filme, profunda, ou seja, não haveria marca nenhuma, Terceiro, não existe vento na lua, para tremular a bandeira dos Estados Unidos. Ou seja, o que se vê deixa a desejar. Por que nunca mais teve outra ida à lua?

A ciência diz que a lua gira em torno de si. Mas como, se não vemos este movimento, seja ele qual for? Portanto, o que se conclui é que a terra e a lua giram num movimento conjunto, mas a lua não gira em torno de si.

Nós dizemos que o grande problema do nordeste não é do clima, é de falta de acondicionar a água da chuva. Como? No subsolo, acima das rochas, através de barragens subterrâneas, que graças a Deus, já estão sendo feitas e vão dar certo e isto também já está em outro livro também nosso, “Barragens subterrâneas”. Por quê?

É por que a ciência se equivoca, erra, ao dizer que as perdas das nossas bacias são por evapotranspiração. Está errada. O correto é dizer que as perdas das bacias são por evapotranspiração mais a infiltração da água da chuva, que percola e se perde, voltando para o mar, inaproveitada.

Estes são apenas uns dos questionamentos deste simples professor de hidrologia, que uns, sem pensar, obviamente, dizem que ele mente. Mente?

Ora, se mente, façam uma crônica desmentindo-o e a publique, por que o tempo, este amigo da verdade, será o nosso testemunho. Alea jacta est.
Conhecerás a verdade e a verdade vos libertará. Obrigado.

Fonte: Carlos P. de Novaes. Professor da UEFS. carlospdenovaes@gmail.com

OUTRAS NOTÍCIAS