Agente de trânsito aprovados em concurso não são chamados

Não é compreensível o comportamento da Prefeitura Municipal de Feira de Santana em relação ao concurso realizado em 2012.

 

Entre todas as categorias selecionadas no concurso é de conhecimento público a grande necessidade de professores e agentes de trânsito, inclusive o concurso disponibilizou apenas 50 vagas para professores e 15 para agentes, respectivamente. Mas a realidade é bem maior conforme a convocação de professores e, no caso de agentes de trânsito, até o presente momento não houve nenhuma convocação.

 

O trânsito da cidade continua um verdadeiro caos, nenhuma medida foi adotada até agora, não se consegue visualizar nenhum agente operacionalizando no centro da cidade, muito menos nos finais de semana em áreas de grande tráfego e concentração de veículos, como acontece nas feiras livres como no bairro do Tomba e na Estação Nova.

 

A desculpa é a mesma de sempre: limite prudencial de gasto com pessoal diante da Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

Cadê a transparência? É preciso encontrar as respostas certas para as necessidades do município e o serviço que deve ser prestado à população.

 

Vejamos onde se tem gordura no quadro de confiança. Os agentes de trânsito têm importância vital no ordenamento do nosso trânsito.

 

Pendências de ordem jurídica para determinadas categorias? Quais e os motivos? Na verdade o que ouvimos são desculpas para se adiar a resolução dos problemas que atingem a nossa sociedade.

 

Que avaliação financeira é essa que em quase quatro meses não foi concluída?

 

As finanças da Prefeitura estão dentro de um poço que não tem mais fim?

 

Administrar com recursos sobrando qualquer um sabe fazer, inclusive acabar com esses recursos. Superar as dificuldades que sempre existirão na administração pública é uma das virtudes dos grandes gestores. Feira de Santana não pode continuar nessa situação de dúvidas e incertezas.

 

Quais as dificuldades deixadas pela gestão anterior que impede as ações exigidas pela sociedade na gestão atual. Não tem dinheiro por quê? Como se chegou ao limite prudencial com os gastos com pessoal? O gestor atual está mantendo servidores sem a necessidade correspondente? Não acreditamos nisso. Qual é a verdade?

 

 

Fonte: Carlos Lima

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