O meu sentimento de justiça e injustiça

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O meu sentimento de justiça e injustiça diante do nosso semelhante manifesta-se primariamente na retidão, na integridade e no amor fraterno. Muitos podem até definir como atitudes e sentimentos de um sonhador diante do tempo em que vivemos.

Mas, como o processo de evolução significa aprimoramento dos costumes e crescimento comportamental, retidão, integridade e amor fraterno sempre estarão inseridos nesse processo. Caso contrário, não estaríamos vivenciando a evolução temporal da humanidade. A história nos relata.

Não cultivo o egoísmo grosseiro porque tal atitude provoca a deterioração do caráter e da conduta. Condeno as desonestidades, principalmente a financeira.

Devemos sempre ter como prática as justas transações, dando e recebendo em troca do dinheiro, aquilo que é equivalente em valor ou utilidade ao montante que se paga.

A mentira para mim é uma forma clara de injustiça contra o seu igual e contra o si mesmo. Um ditado popular diz que: “o mentiroso é filho do diabo, porque ele é mentiroso, é o pai da mentira”.

“Epaminodas certo dia disse a Cornélio: “Ádeo veritas diligens era ut, ne joco quidem mentiretur”. Ou seja, ele disse que amava tanto a verdade, que nem gracejando mentia”.

Nessa mesma posição vem à calúnia e maledicência, são formas de injustiça que condeno com todas as minhas forças, são tão indignas e graves quanto à mentira. A maledicência utiliza as palavras, que muitas das vezes fere mais do que qualquer arma branca.

O povo já diz: “Ele foi apunhalado pelas costas…”

Quando se faz julgamento errado do seu semelhante e repercute tais conclusões entre a comunidade, se comete um crime abominável. O homem justo não faz justiça ao seu semelhante apenas em ações, mas em palavras também.

A falta de reconhecimento é outra forma de se cometer injustiça, todos nós devemos reconhecer o valor e os méritos do nosso igual.

Quando me posiciono contra os erros e a falta de honestidade na administração do dinheiro público, ou coloco para o conhecimento de todas as minhas posições e análises da vida que vivemos, não estou cometendo injustiças, muito pelo contrário… “Fazei aos outros, aquilo que queres que façam contigo…”

Não sou perfeito, busco dentro das minhas limitações a perfeição e vivo em eterno combate contra as vaidades e construindo masmorras para o vício…

Nós temos o dever de reconhecer os direitos e as prerrogativas de cada um, que também são conhecidos como “direitos legais”. Mesmo porque, um homem pode escapar de uma condenação pelos direitos da Lei, mas, não escapará da condenação da opinião pública.

A condenação pública tem como base o julgamento moral, portanto, esse é o principal tribunal do homem.

No entanto jamais devemos esquecer que, mesmo a injustiça sendo comum é ela filha da pressa, nasce do orgulho humano e tem como finalidade aniquilar e não construir, perder e não salvar. Muitas tragédias têm ocorridos por causa de atitudes e atos injustos, cruéis e malignamente tramados…

A justiça é benigna, ela é elegante no porte, é invulnerável na atitude, é imparcial nos julgamentos e reflete serenidade.

Eu não digo que sou. Eu procuro ser justo e verdadeiro sem me preocupar com as consequências…

 

Fonte: Carlos Lima

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