Exposição de David Bowie em Nova York

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Uma mulher coloca flores do lado de fora do prédio de David Bowie no bairro SoHo de Nova York, em 10 de janeiro de 2017, um ano após sua morte

Uma exposição itinerante que explora as várias caras de David Bowie começa este fim de semana em seu destino final, Nova York, que foi o último lar desta lenda do rock.

“David Bowie é” apresenta o artista não só como um pioneiro do rock, mas também como um ator destacado, um ícone da moda, um herói do movimento LGBT e um artista visual inquisitivo.

A exposição, que começou há cinco anos no museu Victoria & Albert de Londres, abre suas portas nesta sexta-feira no museu do Brooklyn, onde permanecerá até 15 de julho.

Curadores do museu londrino disseram que a exposição atraiu quase 1,8 milhão de visitantes nas 11 cidades onde foi apresentada, incluindo Barcelona, Berlim, Chicago, Melbourne, Paris, Tóquio, Toronto e São Paulo.

A trajetória de “David Bowie é” reflete o caminho do próprio artista, que nasceu em Londres e se instalou no início dos anos 1990 em Nova York, onde morreu em 2016 após uma batalha contra o câncer.

O museu do Brooklyn acrescentou cerca de 100 objetos à exposição para refletir o tempo que Bowie passou nos Estados Unidos, incluindo um vídeo de sua atuação na Broadway em “The Elephant Man”, desenhos colaborativos com a artista experimental Laurie Anderson e uma seção sobre sua fase soul dos anos 1970 que o levou à Filadélfia.

Os visitantes são guiados por fones de ouvido interativos que tocam canções de Bowie desde seu primeiro sucesso de 1969 “Space Oddity” até seu último álbum, “Blackstar”, misturadas com entrevistas e vídeos do artista.

Um dos pontos altos da exposição são os trajes desenhados para Bowie por Kansai Yamamoto e Freddie Burretti, incluindo o colorido e justo traje acolchoado que usou em sua histórica apresentação de 1972 “Top of the Pops”.

 

AFP

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