Cientistas descobrem que maconha é uma aliada contra epilepsia Grave.

Segundo uma nova pesquisa, a Cannabis poderá ser utilizada no tratamento da epilepsia.

 

O potencial da maconha medicinal e da canabidiol pura – uma substância ativa na Cannabis –, em relação a reações neurológicas, são altamente controversas. Entretanto, essa pesquisa feita, nos EUA, sugere agora que a droga pode ajudar as pessoas com epilepsia grave.

 

Em um estudo de caso, o Dr. Edward Maa, chefe do programa global de epilepsia em Denver Health, detalha a experiência da mãe, que forneceu maconha medicinal para sua filha com síndrome de Dravet – uma forma grave de epilepsia. O relatório afirma que a frequência de crises da criança foi reduzida de 50 convulsões por dia, para 2 ou 3, à noite e por mês.

 

Como profissionais da área médica, é importante promovermos a evidência de uma substância presente na maconha pode ser uma terapia antiepiléptica eficaz”, afirma o Dr. Maa. Atualmente, 21 estados nos EUA e no Distrito de Columbia já legalizaram a maconha para fins medicinais.

 

No entanto, algumas pesquisas sugerem que a maconha medicinal, quando administrada em pacientes com essa condição, pode causar ansiedade, esquizofrenia e dependência química.

 

A Dr. Maria Roberta Cilio, diretora de pesquisa em epilepsia pediátrica do Centro de Epilepsia em São Francisco, disse: “Há uma necessidade crítica de novas terapias, especialmente para as crianças, que são extremamente resistentes ao tratamento, o que prejudica suas qualidades de vidas e contribui para o desenvolvimento de distúrbios comportamentais e dificuldades na aprendizagem. Porém, uma investigação mais rigorosa precisa ser feita, para garantir a eficácia da maconha medicinal ou de seus componentes individuais, antes que qualquer conclusão seja feita”.

 

Segundo estudos, a maconha medicinal também tem sido usada para tratar pessoas com esclerose múltipla, transtorno de estresse pós-traumático e dores nos nervos, bem como para reduzir náuseas e vômitos em pessoas que estão fazendo quimioterapia.

Fonte: Jornal Ciencia/ foto: web.

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