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A mentira e a desfaçatez têm sido a arma mais utilizada pelos políticos feirenses / Por Sérgio Jones

Vereador José Carneiro

A mentira e engodo têm sido a arma mais letal usada pelos políticos para enganar e seduzir os eleitores mais incautos e desavisados. E pelo que tudo indica, essa prática deve continuar ainda por um bom tempo.

Em Feira de Santana devido à baixa qualidade intelectual associada ao despreparo de suas excelências, essa deplorável prática tem se intensificado muito rapidamente.

Quem, por acaso, ainda tiver alguma dúvida sobre isso basta ficar mais atento aos pronunciamentos feitos e repercutidos diariamente na imprensa local.

A pérola mais recente foi proferida pela boca do atual secretário de Meio Ambiente do município de Feira de Santana, José Carneiro Rocha (MDB), que está de volta à Câmara Municipal a partir da na Terça-Feira (1º).

O que se comenta nos bastidores da política local é que o seu afastamento do exercício do cargo acontece em decorrência da provada incompetência dele. O que culminou e criou situações impossíveis de continuar exercendo a função que lhe é totalmente estranha.

O fato, entretanto, não é recebido pela comunidade como surpresa. Muitos já cantavam essa pedra.

Quando exerceu a presidência do legislativo a sua administração foi envolvida e questionada quanto a lisura no trato da aplicação das verbas públicas.

Escândalos se sucederam. Dentre muitos, destaque para apresentação de uma despesa de quase um milhão de reais, em apenas um ano, na compra de material de limpeza.

Tal atitude viralizou na cidade e se tornou alvo de variados tipos de chacotas. O que se ouvia pelas ruas é que não existe, nem inventaram ainda, nenhum tipo de detergente que possa limpar a sujeira moral ali existente.

Em breve este ‘lídmo’ político estará retornando ao legislativo se utilizando do sofisma de que o seu comportamento será de serenidade com os seus pares.

“Volto à Câmara para atender o povo de Feira, em especial os menos favorecidos, aqueles que estão desprovidos da assistência dos governos municipal, estadual e federal”.

Há quem afirme que o homem tem uma veia mais voltada para a comicidade do que para exercer o cargo de político.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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