Anomalias do governo Colbert têm sido constantes e se agravam em tempos de crise/ Por Sérgio Jones

FEIRA DE SANTANA CONTINUA SENDO ALAGADA PELAS CHUVAS

As atrapalhadas da administração do alcaide feirense, o prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins (MDB), têm obtido notoriedade pública. Principalmente em época de crise com o surgimento da Covid-19.

Os erros administrativos se repetem, com frequência, principalmente no tocante a incapacidade de elaborar um programa minimamente eficiente no combate a Covid-19. No município o número de óbitos já chegou ao patamar de 618 mortos.

O programa, até o presente momento, é cheio de equívocos. O modelo adotado pelo atual governo no combate a pandemia é um abre e fecha do comércio que já está sendo denominando pelos munícipes como Programa Sanfona.

Enquanto o bate – cabeça prossegue em sua gestão o povo continua a mercê da sanha do vírus que não dá trégua. O péssimo serviço da qualidade do transporte que já se tornou histórico, tem sido um forte aliado no avanço da pandemia na cidade.

Nos horários de pico as aglomerações nos ônibus são avassaladoras, e até mesmo desumana. Mas isto é “compreensível”, afinal políticos e seus familiares não fazem uso dos mesmos. O mais grave é que nada é feito, por parte do poder público, para minimizar o problema. Que já existe antes e deve perdurar ao longo e após a pandemia.

O que mais presenciamos nas ações do atual mandatário é solicitação de recursos ao governo federal e a imposição de aumentos de tarifas nos serviços públicos, a exemplo do que deve acontecer em breve, no caso do “Transporte Público”, além dos envios de boletos de IPTUs que não param de chegar nas residências. Também não se pode esquecer dos atrasos constantes no repasse de pagamentos de pessoal, entre outras mazelas administrativas.

Os serviços oferecidos pelo poder público são de péssima qualidade, o que resulta na redução também de trabalho. Podendo ser citado como evidência o problema que afeta os agentes de trânsito da SMT. Com a suspensão do Adicional de Jornada Excedente (AJE) que os agentes tinham e foi retirado no início do ano.

O exercício de toda essa trágica alquimia financeira tem resultado no paradeiro dos veículos e por extensão, dos agentes que estão circulando a pé. O que significa que na prática não está havendo fiscalização ou atendimento nos feriados, aos sábados e domingo.

Sérgio Jones, jornalista (Sergiojones@live.com)

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