APOSTILA DE INSTRUÇÃO PARA O VERDADEIRO APRENDIZ

Loja: SABEDORIA FORÇA E BELEZA - Apostila de estudos elaborada por Carlos Antônio de Lima - Parte 1

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Filhos da viúva

Os verdadeiros Maçons mantêm constantemente na memória não somente as formas gráficas dos símbolos Maçônicos. Mas, também, as verdades morais e científicas que os mesmos representam.

Vamos nessa apostila ter diversas revelações de vários misteriosos emblemas da Maçonaria e, com exatidão, zelo e perseverança, poderás, quem sabe, um dia, conhecer outros que são revelados aos iniciados.

O que uma Loja Maçônica oferece com seus adornos, colunas, altares, emblemas, etc., representam o Templo de Salomão.

E é sobre esse maravilhoso modelo que os Maçons erguem seus Templos da Virtude.

Para nos tornarmos dignos desse extraordinário edifício, não devemos somente dispensar os cuidados e preocupações que o mesmo merece, mas trabalhar com dedicação e perseverança, esforçando-nos para alcançar a maior perfeição, que é o único meio de atingirmos os nossos ideais.

O Venerável Mestre ao conferir o Grau de Aprendiz Maçon, que, sem dúvida foi por merecimento, deu-lhe logo por conhecer a coluna B., que se encontra no Setentrião. Esse é o ponto de reunião de todos os Aprendizes Maçons.

As romãs que encimam o capitel dessa coluna e cujas inumeráveis sementes você pode ver, elas exemplificam a fecundidade da natureza e a união de todos.

Sustentado por essas romãs está o globo. Afirmando que a Maçonaria, representada por essa coluna, ampara as romãs que são os seres humanos. Dentro delas, as sementes representam a família e elas reunidas representam o mundo.

Entretanto ainda não é permitido que você suba os cinco degraus do mosaico; mas, acreditamos que pela sua dedicação, estudo, frequência e trabalho, muito em breve adquira essa condição.

Nunca esqueça de que o ternário sublime da Maçonaria deve estar sempre presente na vossa imaginação, assim como os diversos emblemas devem ocupar constantemente o espírito do verdadeiro Maçon.

Três são as colunas imóveis e imutáveis que sustentam todo o edifício Maçônico e que significam três poderosas forças da natureza: Sabedoria, Força e Beleza.

As três luzes do Templo; as três perguntas que respondestes na Câmara das Reflexões, são: A Divindade, a Natureza e o Homem.

E, finalmente as três pancadas dadas com malhete para que as portas do Templo se abrissem para você, significam: Buscai e achareis; Batei e se vos abrirá; Pedi e dar-se-vos-á.

Aí está uma parte dessa mina inesgotável e fecunda, que os números sagrados encerram em sua sublime simbologia.

Deveis a partir de agora examinar e aprofundar os segredos da vida, e os misteriosos arcanos lhes será desvendados.

Sem trabalhar na pedra bruta para que esteja polida e na forma que deve ser, para ser usada na construção, na edificação Maçônica, nada conseguirás.

Tenho certeza de que observaram no alto do Templo, os dois astros que iluminam o planeta que habitamos; um com a sua luz própria e o outro por ação reflexiva.

E, isso significa que o Maçon jamais está envolto pelas trevas, devendo ter sempre os olhos fixos no Grande Arquiteto do Universo. Por que esse é o seu guia e para ELE deve dirigir o seu olhar.

Nunca esquecer de que é indispensável que a doce Amizade nos una, que a Igualdade, representada pelo Nível, seja uma das grandes verdades ensinadas nos Templos Maçônicos.

A Maçonaria nivela todos os irmãos entre si, pois somos todos considerados filhos da mesma mãe, quer dizer, filhos da Natureza fecunda e maravilhosa.

Os Maçons não reconhecem nenhuma das distinções profanas, que somente enaltecem aos fracos, aos ignorantes e que se não podem decorar com as suas próprias virtudes.

Se desejardes encontrar almas grandes, procurai os mais virtuosos Maçons. O compasso, que é o emblema da precisão e da exatidão, orienta os verdadeiros Maçons. E nos ensina de que tudo restará sem efeito se não tivermos muita indulgência para com o próximo.

Dessa forma, todos nós, fazendo uso do manto de pura solidariedade fraternal, ocultando os defeitos de nossos infelizes irmãos que deslustrem o recinto sagrado do Templo, conseguiremos, desta forma, purificar os nossos corações, a fim de que, quando chegar o dia da dissolução do homem mortal, possa o ser imortal desfazer-se, sem esforço, de seus despojos terrestres para unir-se, puro e sem mancha, ao Primeiro Princípio de onde dimana.

Até a chegada desse tempo, elevemos os nossos corações, com tranquilo fervor e serena esperança, à Divindade Suprema e vamos repetir com entusiasmo e Fé:

À Glória do Grande Arquiteto do Universo.

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