As raposas e o galinheiro chamado Brasil/ Por Sérgio Jones*

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De acordo com os expertises em política no Brasil existem inúmeras razões para que se possam explicar o caos político e social que se alastrou e que tomou conta do país. Caos estes que têm contribuído para a esbórnia moral e econômica, que tem conduzido ao falimento total do modelo do sistema financeiro atual.

Os desmandos praticados contra os interesses do povo perpetrado por uma elite burra e atrasada fazem parte de nossa raiz histórica.

Dentre os diversos atores merece destaque o sistema judiciário que é norteado por leis anacrônicas que têm como seus formuladores congressistas corruptos, pouco afeito ao trabalho sério, que buscam se locupletarem com práticas criminosas que acabam por beneficiar e justificar grande parte desta banda podre que tomou conta do Brasil.

Estas práticas, nem sempre pouco confessáveis, têm servido de forte incentivo para fomentar a impunidade. Impunidade esta, conhecida de todos nós.

O resultado de toda esta equação perversa faz com que os brasileiros vivam e sobrevivam em um Estado corrupto, ineficiente e perdulário que beneficia uma reduzida minoria da camada social de privilegiados: as raposas políticas e empresariais que tanto têm feito a alegria dos detentores dos podres poderes e tem prejudicado, de forma nefasta, esta infeliz nação dos trópicos.

Enquanto perdurar este modelo de sistema econômico perverso, o povo estará fadado a chafurdar na lama da indigência social.

Modelo este que é orquestrado pela batuta de uma elite composta de seres medíocres, incompetentes, arrogantes e cleptocratas. Se este modelo de governo é considerado o melhor e mais seguro caminho a ser trilhado pelo brasileiro, literalmente, estamos partindo para a autodestruição, enquanto civilização.

A estupidez, o egoísmo, a avareza e a cupidez, pela busca insensata do vil metal, não pode nem deve prevalecer sobre o social. Servir menos ainda, como uma espécie de bússola, na busca de um norte para esta tão precária e desorientada nação chamada Brasil.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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