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Bolsonaro: deletéria figura demolidora de almas humanas / Por Sérgio Jones

E as dívidas do Agonegócio

O presidente genocida Jair Bolsonaro (PL), quando trata do conflito ora existente entre a Rússia e Ucrânia, se diz manter neutro. O que desconhece o indigitado presidente é o conceito e significado do termo neutralidade.

Termo que significa no seu sentido mais amplo e pode ser considerado como a forma de lidar com a política que a princípio desconsidera a influência das instituições morais, como se estas fossem puramente emocionais e não capazes de garantir uma sociedade que seja igual, inclusiva e justa.

O que está mesmo em pauta é a questão da compra de adubos e insumos para fertilizantes utilizados no agronegócio brasileiro que sofre críticas a partir de duas concepções: uma de viés econômico-social e outra de cunho ambiental. Tendo como contendores os chamados “ruralistas” versos ambientalistas.

O agronegócio, além de ser um dos grandes devedores de impostos que se aproxima de um trilhão de reais devidos para a união. Mesmo assim, continua de forma fagueira obtendo empréstimos graciosos junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).

Entre outras implicações existentes é acusado como responsável por provocar o desemprego e êxodo rural com o uso exagerado de máquinas que reduz o emprego de mão de obra humana.

Além de ser visto como um gerador em potencial de prováveis doenças advindas de alimentos contaminados devido ao uso excessivo de agrotóxicos. Também tem sido responsável pelo aumento de conflitos agrários por posse de terras, entre outras mazelas de cunho social.

Em 2021 a Rússia foi responsável pelo envio de 62% desses venenos, chamados eufemisticamente como defensivos agrícolas. O que levou os ucranianos a esboçarem verbalmente que Bolsonaro ao invés de pensar em dinheiro, deveria pensar em vidas.

Se eles, ucranianos, conhecessem com maior proximidade a deletéria figura do presidente demolidor de almas humanas. Perceberiam que a falta de apreço e o respeito que ele demonstra ter pela vida. Não teria feito observação tão pueril e distanciada da realidade, que nos cerca.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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