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Bolsonaro é contrário a realização do Carnaval não por questões humanitárias, mas econômica /Por Sérgio Jone

Bolsonaro vira tema de marchinhas de carnaval. Ficou zangadinho

Buscando uma explicação mais simples de como se definir, em poucas palavras,o significado do Carnaval, este é descrito como uma festa pública de rua, o que passa uma sensação temporária de um sentido mais elevado de unidade social.

Curiosamente, o presidente genocida, Jair Bolsonaro declarou para a imprensa, recentemente, ser contra a realização do festejos momescos nos estados da federação brasileira, em 2022. Não por ser sensível a preservação da saúde e da vida humana, mas por questões meramente de ordem econômica.

Diferente dele, me posiciono contrário por uma questão da preservação e do bem-estar da saúde da coletividade. Que volta a ser ameaçada devido o recrudecimento da pandemia na Europa, que pode repercurtir no Brasil.

Quanto a questão do Carnaval em si mesmo, o presidente já conseguiu promover esta proeza, de forma sistemática, durante os seus mais de dois anos de governo.

Ele conseguiu transformar o país em um grande picadeiro de circo, em um verdadeiro Carnaval de horrores que tem como principais protagonistas o próprio e sua corja de milicianos fardados. Enquanto o povo brasileiro ocupa o papel de meros figurantes.

“Por mim, não teria Carnaval. Só que tem um detalhe: quem decide não sou eu. Segundo o Supremo Tribunal Federal, quem decide são os governadores e os prefeitos. Não quero aprofundar nesta que poderia ser uma nova polêmica”, desabafou.

Como sempre, tenta terceirizar responsabilidades que deveria ser dele. Ao afirmar cinicamente não ter nenhuma responsabilidade com a morte de mais de meio milhão de brasileiros.

“Não tenho culpa disso. Todo o trabalho de combate à pandemia coube aos prefeitos e aos governadores. O que coube a mim? Mandar recursos”, regurgitou a Besta presidencial.

Com relação à nova onda de Covid-19 que voltou a assolar a Europa e às restrições que já começaram a ser impostas por alguns países. Bolsonaro manifestou preocupação ao afirmar que se houver outro Lockdown no Brasil, os estados e municípios vão quebrar.

Na prática nunca houve um lockdown pleno Brasil. Mas uma vez deixa o genocida, em sua declaração criminosa, transparecer que a preocupação desse governo não é com o bem-estar e a preservação da vida humana, mas com os números frios da economia.

 

Sérgio Jones, jornalista (sérgiojones@live.com)

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