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Bolsonaro e Ricardo Sales não podem ver um pau em pé que já querem derrubar/ Por Sérgio Jones

NÃO PODE VER UM PU EM PÉ

A figura patética do presidente Jair Bolsonaro, em transmissão ao vivo nas redes sociais, sai em defesa de seu ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles e de forma calhorda, diz ser ele, um excepcional ministro.

Esta alegoria aconteceu logo após a deflagração de operação da Polícia Federal que mirou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A operação da PF revelou um suposto esquema criminoso de facilitação de contrabando de produtos florestais, entre eles madeira, que estava sendo retirada de maneira ilegal da floresta.

Além de ter constatado o envolvimento do ministro em processo fraudulento.

O considerado’ lídimo’ ministro em que o Bolsonaro saiu em defesa foi alvo de mandados de busca e apreensão pelos agentes da PF por seu possível envolvimento no esquema. A operação resultou no afastamento do cargo presidente do Ibama, Eduardo Bim, além de outros servidores que estão sendo investigados.

Os supostos atos criminosos perpetrados contra a natureza pelo ministro e seus meliantes são descritos e justificado pelo governo genocida como dificuldades que ele, tem encontrado junto a setores aparelhados do MP. Classificados como xiitas ambientais.

A bem-sucedida operação batizada e sacramentada pela Polícia Federal foi denominada como Akuanduba, homenagem prestada a uma divindade indígena do Pará, foi deflagrada por determinação do ministro Alexandre de Moraes, Supremo Tribunal Federal (STF).

Como todos nós somos sabedores, dentre os seres que habitam a terra, o homem é descrito como o mais capaz de se adaptar às inúmeras condições existentes no meio ambiente natural. Exceção feita aos membros do atual governo negacionista que insiste, de forma insana, em destruir o ambiente natural.

Bolsonaro e sua tropa de sicários, com esse modelo de gestão criminosa de governo, coloca em risco a vida de todos os seres que habitam o planeta terra, em especial os humanos.

Toda essa sanha de selvageria é justificada na busca do lucro dos patrões e em atender interesses espúrios.

Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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